Armas biológicas no contexto da microbiologia clínica

dc.creatorRafaela Oliveira França
dc.date.accessioned2019-08-09T17:14:43Z
dc.date.accessioned2025-09-09T01:13:03Z
dc.date.available2019-08-09T17:14:43Z
dc.date.issued2012-03-02
dc.description.abstractVirtually any pathogenic bacterium or virus is potentially useful for biological warfare, and many of the organisms most likely candidates are relatively easy to grown and spreading. The CDC classifies biological agents into three categories (A, B and C), and those in Category A are defined as high priority due to its ability to easily spread or being transmitted from person to person, for their potential impact on public health resulting in high mortality rates, for its ability to cause panic in the population and social dysfunction, and because they require special action for public health preparedness. Such agents and associated illnesses are: Bacillus anthracis (Anthrax), Clostridium botulinum - toxin - (Botulism); Yersinia pestis (Plague); Variola virus (Smallpox), Francisella tularensis (Tularemia), Filovirus and Arenavirus (Hemorrhagic Fevers - Ebola and Marburg; Lassa and Machupo). Although they have been developed protective measures for biological warfare, especially in the U.S., there are aspects that need to be investigated in order to suit the civil defense against a world-wide bioterrorist attack, especially in times of globalization. This study aims to contextualize biological weapons and describe the biological, epidemiological and clinical Category A biological agents, with the support of the available literature. In this sense, theevaluation of new contingency strategies, discussion of protocols of action and educational measures for the population should be emphasized, since a bioterrorist act in a country other than Brazil can reach us easily, due to the intense movement of people and products between countries.
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/BUOS-99VF98
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectMicrobiologia
dc.subjectTularemia
dc.subjectArmas biológicas
dc.subjectPeste
dc.subjectBioterrorismo
dc.subjectAntraz
dc.subjectGuerra biológica
dc.subjectEbola
dc.subjectBotulismo
dc.subjectVaríola
dc.subject.otherBacillus anthracis
dc.subject.otherVariola virus
dc.subject.otherClostridium botulinum
dc.subject.otherFebres hemorrágicas virais (Filovirus e Arenavirus)
dc.subject.otherTularemia
dc.subject.otherBioterrorismo
dc.subject.otherAntraz
dc.subject.otherBotulismo
dc.subject.otherVaríola
dc.subject.otherYersinia pestis
dc.subject.otherArmas biológicas
dc.subject.otherPeste
dc.subject.otherLassa e Marburg
dc.subject.otherGuerra biológica
dc.subject.otherEbola
dc.subject.otherFrancisella tularensis
dc.titleArmas biológicas no contexto da microbiologia clínica
dc.typeMonografia de especialização
local.contributor.advisor-co1Simone Goncalves dos Santos
local.contributor.advisor1Maria Auxiliadora R de Carvalho
local.description.resumoVirtualmente, qualquer bactéria ou vírus patogênico é potencialmente útil à guerra biológica, e muitos dos mais prováveis candidatos são organismos relativamente fáceis de serem cultivados e disseminados. O CDC classifica os agentes biológicos em três categorias (A, B e C), sendo os agentes da Classe A definidos como de alta prioridade, devido à sua capacidade de ser facilmente disseminados ou transmitidos de pessoa a pessoa; pelo potencial impacto na saúde pública, por resultarem em altas taxas de mortalidade; poderem causar pânico na população e disfunções sociais, e por requerem ações especiais para o preparo da Saúde Pública. Tais agentes e doençasassociadas são: Bacillus anthracis (Antraz), Clostridium botulinum toxina (Botulismo); Yersinia pestis (Peste); Variola virus (Varíola), Francisella tularensis (Tularemia), Filovirus e Arenavirus (Febres hemorrágicas - Ebola e Marburg; Lassa e Machupo). Embora tenham sido desenvolvidas medidas de proteção para uma guerra biológica, sobretudo nos Estados Unidos, há aspectos que necessitam ser investigados, a fim de se adequar a defesa civil contra um ataque bioterrorista mundial, principalmente em tempos de globalização. Neste trabalho objetiva-se contextualizar as armas biológicas e descrever os aspectos biológicos, clínicos e epidemiológicos dos agentes biológicos de Categoria A, com o suporte da literatura disponível. Neste sentido, aavaliação de novas estratégias de contingência, discussão de protocolos de ação e medidas educativas para a população devem ser enfatizados, uma vez que um ato bioterrorista em um país diferente do Brasil poderá nos alcançar facilmente, devido ao intenso trânsito de pessoas e produtos entre os diversos países.
local.publisher.initialsUFMG

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