A presença do analista no hospital geral e o manejo da transferência em situação de urgência subjetiva

dc.creatorGlauco Batista
dc.date.accessioned2019-08-13T23:47:39Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:57:03Z
dc.date.available2019-08-13T23:47:39Z
dc.date.issued2014-02-21
dc.description.abstractModern medicine increasingly based on techno-science is based on a logic that excludes the subject as subjectivity. However, by the very fact of an agreement does not exist between the physician, the patient and the analyst as to the meaning given to trauma, and does not have as eliminate helplessness and own finitude admitted to a hospital patient, deadlock situations always involved and the subjective dimension breaks, at which summons the psychoanalyst to solve the problem. From this point, it becomes a matter worthy of reflection the place the analyst occupy in the general hospital, the nature of its insertion into the staff as well as the power of his performance and where it operates. In this perspective, this study aimed to give greater accuracy to the notion of subjective urgency and its related concepts: trauma, anxiety, panic and helplessness. In addition, to articulate the concept of transference to the subjective urgency in order to give rise to creativity and complicity of the analyst so that it can sustain the necessary space for subjectivity emerge in the hospital. The method used to achieve these objectives was the literature review and case study. The results of this research imply that the position of the analyst in a hospital staff is of the order of a construction and only made possible because of the establishment of the transference. This is because in the psychoanalytic field, that it is always a gamble in this specific case, how the medical staff react to the emergence of subjectivity: with a demand to know about it, or with a request for trouble solution?
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/BUBD-AQKJSG
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectPsicologia clinica
dc.subjectHospitais
dc.subjectPsicologia
dc.subject.otherPsicanálise
dc.subject.otherTransferência
dc.subject.otherPresença do analista
dc.subject.otherUrgência subjetiva
dc.subject.otherHospital geral
dc.titleA presença do analista no hospital geral e o manejo da transferência em situação de urgência subjetiva
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor1Guilherme Massara Rocha
local.contributor.referee1Cristina Moreira Marcos
local.contributor.referee1Jeferson Machado Pinto
local.description.resumoA medicina moderna, cada vez mais baseada na tecnociência, fundamenta-se numa lógica que exclui o sujeito enquanto subjetividade. Contudo, pelo fato mesmo de não existir um acordo entre o médico, o paciente e o analista quanto ao sentido que se dá ao traumatismo, e não se ter como eliminar o desamparo e a finitude próprios ao paciente internado numa instituição hospitalar, as situações de impasse sempre intervêm e a dimensão subjetiva irrompe, momento em que se convoca o psicanalista para solucionar o problema. Neste sentido, torna-se uma questão digna de reflexão o lugar que o analista ocupa no hospital geral, qual a natureza de sua inserção na equipe, bem como o poder de sua atuação e de onde ele opera. Nesta perspectiva, este trabalho teve como objetivo dar maior exatidão à noção de urgência subjetiva e seus conceitos correlatos: trauma, angústia, pânico e desamparo, e articular o conceito de transferência ao de urgência subjetiva como forma de dar lugar à criatividade e cumplicidade do analista para que ele possa sustentar o espaço necessário para a subjetividade emergir na instituição hospitalar. O método usado para atingir tais objetivos foi a revisão bibliográfica e o estudo de caso. Os resultados desta pesquisa concluem que o lugar do analista numa equipe hospitalar é da ordem de uma construção e só se faz possível enquanto efeito do estabelecimento de uma relação transferencial. Isto porque no campo psicanalítico, do que se trata é sempre de uma aposta neste caso específico, de como a equipe médica reagirá ao surgimento da subjetividade: com uma demanda de saber sobre ela; ou com um pedido de solução de dificuldade?
local.publisher.initialsUFMG

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