Onde fica o meu país?: O exílio e a migração na ficção pós-apartheid de Nadine Gordimer
| dc.creator | Anderson Bastos Martins | |
| dc.date.accessioned | 2019-08-09T19:44:46Z | |
| dc.date.accessioned | 2025-09-09T01:29:28Z | |
| dc.date.available | 2019-08-09T19:44:46Z | |
| dc.date.issued | 2010-03-16 | |
| dc.identifier.uri | https://hdl.handle.net/1843/ECAP-83MJDT | |
| dc.language | Português | |
| dc.publisher | Universidade Federal de Minas Gerais | |
| dc.rights | Acesso Aberto | |
| dc.subject | Gordimer, Nadine, 1923- Ninguem para me acompanhar Crítica e interpretação | |
| dc.subject | Apartheid África do Sul | |
| dc.subject | Autobiografia | |
| dc.subject | Política e literatura África do Sul | |
| dc.subject | Gordimer, Nadine, 1923- Engate Crítica e interpretação | |
| dc.subject | Exílio na literatura | |
| dc.subject | Ficção sul-africana História e crítica | |
| dc.subject | Migração na literatura | |
| dc.subject | Literatura | |
| dc.subject.other | exílio | |
| dc.subject.other | pós-apartheid | |
| dc.subject.other | migração | |
| dc.title | Onde fica o meu país?: O exílio e a migração na ficção pós-apartheid de Nadine Gordimer | |
| dc.type | Tese de doutorado | |
| local.contributor.advisor1 | Eliana Lourenco de Lima Reis | |
| local.contributor.referee1 | Rachel Esteves Lima | |
| local.contributor.referee1 | Eneida Maria de Souza | |
| local.contributor.referee1 | Thomas Bonnici | |
| local.contributor.referee1 | Graciela Ines Ravetti de Gomez | |
| local.description.resumo | Esta tese analisa dois dos mais recentes romances de Nadine Gordimer, Ninguém para me acompanhar (1994) e O engate (2001), que pertencem à categoria de literatura sul-africana pós-apartheid. Apesar de ambos fazerem parte da ficção sul-africana, a abordagem analítica empregada nesta tese expande seu alcance a fim de enxergá-los como literatura transnacional, particularmente no caso de O engate. O estudo de Ninguém para me acompanhar segue em duas direções principais. Em primeiro lugar, o objetivo é compreender alguns temas e técnicas narrativas selecionados por Nadine Gordimer a fim de ficcionalizar o período de transição, entre 1990 e 1994, em que uma nova elite negra, que havia retornado do exílio recentemente ou sido libertada da prisão, passou a ocupar os principais cargos políticos do país. Em segundo lugar, o foco do estudo volta-se para a presença de elementos autobiográficos na narrativa, numa tentativa de explicar a decisão tomada por Gordimer de recorrer à autoficção, uma vez que ela é conhecida por ter recusado diversas propostas para escrever suas memórias ou sua autobiografia. Simultaneamente, é possível discutir o pensamento abstrato de Gordimer em relação aos temas da lei e da verdade. A análise de O engate é também dividida em duas partes. A primeira delas é situada na África do Sul e narra o envolvimento sexual de uma jovem branca e rica e um imigrante ilegal vindo de um país muçulmano não identificado. Isto dá ao leitor e ao crítico acesso ao posicionamento de Nadine Gordimer em torno da chamada nova África do Sul e suas novas formas de segregação. A segunda metade do romance é situada na vila às margens do deserto onde o imigrante e a jovem vão viver temporariamente com a família do rapaz. Nesta parte da tese, o foco da análise recai sobre a visão crítica de Nadine Gordimer no tocante à exploração da força de trabalho do migrante nas grandes cidades ocidentais. Paralelamente, a autora convida o leitor a considerar formas alternativas de viver e partilhar experiências transnacionais no século vinte e um. | |
| local.publisher.initials | UFMG |
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