Economia verde, sustentabilidade e as plantas úteis do Brasil: contribuição do agrônomo/ naturalista mineiro Camilo de Assis Fonseca Filho

dc.creatorMaria Das Gracas Lins Brandão
dc.creatorBianca Menezes Dias
dc.creatorIzabela Santana
dc.creatorViviane de Vasconcelos Leite
dc.creatorJuliana de Paula Souza
dc.date.accessioned2021-07-28T02:06:20Z
dc.date.accessioned2025-09-08T22:53:43Z
dc.date.available2021-07-28T02:06:20Z
dc.date.issued2014
dc.description.abstractTrees remain an important source of new potentialities, especially when considering their production of bioactive substances, which can be used for the development of commercial products. Brazilian flora has already contributed with relevant examples of these substances, but almost all the products which generated patents, and which are marketed, are abroad. Moreover, Brazil’s native vegetation has suffered, throughout the centuries, from an intensively destructive process, due to the successive economic impacts brought about by different activities. This process has led to the disappearance of economically potential, native species, and to the traditional knowledge associated with Arquivos do Museu de História Natural e Jardim Botânico v. 23, n. 2, 2014.167Arquivos do Museu de História Natural e Jardim Botânico v. 23, n. 2, 2014. 169 them as well. Nowadays, actions which contribute to adding value to Brazil’s native trees have been prioritized, because, in addition to the possibility of generating income, such actions lead to the preservation of the plants themselves. This approach was already championed in the 1950s by the agronomist naturalist Camilo de Assis Fonseca Filho. Besides producing a work full of information on how useful plants are, he was responsible for the creation of the largest forested area in the capital of Minas Gerais: the woods of theMuseum of Natural History and Botanical Gardens of the FederalUniversity of Minas Gerais (MHNJB-UFMG). In this study, Assis-Filho’s work was revisited and his ideas discussed under the light ofcurrent knowledge.
dc.format.mimetypepdf
dc.identifier.issn01024272
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/37048
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofArquivos do Museu de Historia Natural e Jardim Botânico da UFMG
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectBotânica
dc.subject.otherBbiodiversidade
dc.subject.otherPlantas nativas úteis
dc.subject.otherValoração
dc.subject.otherConservação
dc.subject.otherFlorestas urbanas
dc.titleEconomia verde, sustentabilidade e as plantas úteis do Brasil: contribuição do agrônomo/ naturalista mineiro Camilo de Assis Fonseca Filho
dc.title.alternativeGreen economy, sustainability and Brazil’s useful plants: contribution of the agronomist/naturalist from Minas Gerais Camilo de Assis Fonseca
dc.title.alternativeEconomía verde, sostenibilidad y las plantas útiles de Brasil: contribución del agrónomo / naturalista, de Minas Gerais – Brasil, Assis Fonseca Filho
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.epage191
local.citation.issue2
local.citation.spage165
local.citation.volume23
local.description.resumoAs árvores permanecem como importante fonte de novas potencialidades, especialmente quando se considera a sua produção de substâncias bioativas, que podem ser usadas para o desenvolvimento de produtos comerciais. A flora brasileira já contribuiu com exemplos relevantes dessas substâncias, mas quase a totalidade dos produtos que geraram patentes, e são comercializados, estão no estrangeiro. Além disto, a vegetação nativa do Brasil vem sendo alvo, ao longo dos séculos, de intenso processo de destruição, devido aos sucessivos impactos econômicos causados por diferentes atividades. Este processo tem contribuído para o desaparecimento de espécies nativas com potencial econômico, além do conhecimento tradicional associado a elas. Atualmente, ações que contribuem para valorar as árvores nativas do Brasil vêm se tornando prioritárias, pois além da possibilidade de gerar renda, essas ações conduzem à conservação das próprias plantas. Esta visão já era defendida na década de 1950 pelo agrônomo naturalista Camilo de Assis Fonseca Filho. Além da criação de uma obra rica em informações sobre a utilidade das plantas, ele foi o responsável pela criação da maior área de floresta da capital mineira: a Mata do Museu de História Natural e Jardim Botânico da Universidade Federal de Minas Gerais (MHNJB-UFMG). Neste estudo, a obra de Fonseca Filho foi revisitada e suas ideias discutidas sob a luz dos conhecimentos atuais.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentFAR - DEPARTAMENTO DE ANÁLISES CLÍNICAS E TOXICOLÓGICAS
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://periodicos.ufmg.br/index.php/mhnjb/article/view/6275/3864

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