Níveis de vitamina E na dieta para frangos de corte nas fases inicial e de crescimento

dc.creatorMariana Andre Pompeu
dc.date.accessioned2019-08-13T22:51:53Z
dc.date.accessioned2025-09-08T22:50:35Z
dc.date.available2019-08-13T22:51:53Z
dc.date.issued2014-02-20
dc.description.abstractThis research was conducted to evaluate the effects of vitamin E supplementation in diets for male broilers in initial (one to 21 days of age) and growth (21-39 days old) phases, on performance, carcass yield, liver and muscle concentrations of this vitamin, oxidative stability of carcass, production costs and to evaluate the stability of vitamin E after diet thermal processing. Three experiments were conducted, the experiments I and II a total of 1800 birds were used, which were reared in conventional shed, divided into 60 boxes. The birds were distributed into five treatments with six replicates of 30 birds each. The treatments were defined by vitamin E supplementation (10, 30, 50, 75 and 100 mg of vitamin E / kg diet). For experiment III, were used eleven beats of rations, they were analyzed before and after processing (pelleting). In the initial phase, with increased levels of vitamin E, there was a reduction in body weight and weight gain and an increased vitamin E liver concentrations (p0.05); the other parameters assessed at this stage were not affected (p>0.05). In the growth phase, the levels of vitamin E tested did not affect the broiler performance, the carcass stability and the production cost (p>0.05), however there was significant response to carcass yield and vitamin E liver and muscle concentrations (p0.05). The thermal processing did not affect the vitamin E stability (p>0.05). In conclusion, the lowest supplementation level evaluated (10 mg/kg) is sufficient to meet the broiler requirements.
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/BUOS-9KHG83
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectFrango de corte Alimentação e rações
dc.subjectVitamina E na nutrição animal
dc.subjectProdução animal
dc.subjectDieta em veterinaria
dc.subject.otherPeletização
dc.subject.otherAlfa-tocoferol
dc.subject.otherOxidão
dc.subject.otherDesempenho
dc.titleNíveis de vitamina E na dieta para frangos de corte nas fases inicial e de crescimento
dc.typeTese de doutorado
local.contributor.advisor-co1Leonardo Jose Camargos Lara
local.contributor.advisor-co1Silvana de Vasconcelos Cancado
local.contributor.advisor1Nelson Carneiro Baiao
local.contributor.referee1Tadeu Chaves de Figueiredo
local.contributor.referee1Dalton de Oliveira Fontes
local.contributor.referee1Marcos Barcellos Café
local.contributor.referee1Carlos Henrique de Figueiredo Vasconcellos
local.description.resumoEsta pesquisa foi realizada com o objetivo de avaliar os efeitos dos níveis de suplementação de vitamina E em dietas para frangos de corte, machos, na fase inicial (de um a 21 dias de idade) e crescimento (de 21 a 39 dias de idade) sobre o desempenho produtivo, rendimento de carcaça, concentrações hepática e muscular desta vitamina, estabilidade oxidativa da carcaça, custos de produção e avaliar a estabilidade da vitamina E após o processamento térmico da ração. Foram realizados três experimentos, para os experimentos I e II foram utilizados um total de 1.800 aves, as quais foram criadas em galpão convencional, dividido em 60 boxes. As aves foram distribuídas em cinco tratamentos com seis repetições de 30 aves cada. Os tratamentos foram definidos pelos níveis de suplementação de vitamina E (10, 30, 50, 75 e 100 mg de vitamina E para cada kg de ração). Para o experimento III foram utilizadas 11 batidas de rações para frangos de corte, estas foram analisadas antes e após o processamento (peletização). Na fase inicial, com o aumento dos níveis de suplementação de vitamina E na dieta, houve redução do peso corporal e do ganho de peso e aumento da concentração hepática de vitamina E (p0,05); os demais parâmetros avaliados nesta fase não sofreram influência da suplementação (p>0,05). Na fase de crescimento, os níveis de suplementação de vitamina E testados não afetaram o desempenho dos frangos de corte, a estabilidade da carcaça e o custo da produção (p>0,05), no entanto, houve resposta significativa para o rendimento de carcaça e para concentração hepática e muscular de vitamina E (p0,05). A peletização das rações não alterou a estabilidade da vitamina E (p>0,05). Conclui-se que, o menor nível de suplementação avaliado (10 mg/kg) é suficiente para atender as exigências das aves nas fases de criação avaliadas e que não há perda da estabilidade vitamínica após o processamento térmico da ração.
local.publisher.initialsUFMG

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