Frequência de identificação e notificação de abuso físico infantil por profissionais da Estratégia Saúde da Família e relação com fatores socioeconômicos

dc.creatorFernando Silva Oliveira
dc.creatorCarlos Inácio Andrade
dc.creatorMariana Oliveira Guimarães
dc.creatorRaquel Conceição Ferreira
dc.creatorEfigênia Ferreira e Ferreira
dc.creatorPatrícia Maria Pereira de Araújo Zarzar
dc.date.accessioned2024-07-12T20:36:42Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:18:11Z
dc.date.available2024-07-12T20:36:42Z
dc.date.issued2017
dc.description.abstractObjective: To evaluate the frequency of identification and reporting of child physical abuse (CBA) by professionals from the Family Health Strategy (ESF) and associated factors in regions with different social vulnerability of Belo Horizonte, Brazil. Methods: This is a cross-sectional study with a sample of convenience for pediatricians, dentists, family doctors and nurses, from two districts of the ESF of Belo Horizonte, Brazil. The districts were selected taking vulnerability indices as a reference Social. Professionals were invited to answer a self-administered questionnaire developed in University of London, adapted for use in Brazil. Descriptive and analytical analyzes were carried out, using Pearson's chi-square test (p<0.05). Results: 144 professionals participated in the study: 35 (24.3%) dentists, 46 (31.9%) nurses, 45 (31.2%) family doctors and 18 (12.5%) pediatricians. Of the total, 86 (59.7%) professionals have already identified a case of AFI in their professional experience, but only 38 (26.4%) notified the authorities. Identification and notification were associated with professional category (p < 0.001) and to professionals who completed postgraduate studies focusing on children (p < 0.001). The vulnerability of the regions was not associated with the identification and notification of AFI cases (p = 0.754). Conclusion: The identification and notification of AFI cases were associated with professionals with training focused on the child care and professional category, with pediatricians and nurses being those who most identified and notified. The social vulnerability of the region was not associated with identification and notification.
dc.format.mimetypepdf
dc.identifier.doihttps://doi.org/10.7308/aodontol/2017.53.e09
dc.identifier.issn21781990
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/70494
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofArquivos em odontologia
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectMaus-Tratos Infantis
dc.subjectSaúde da Família
dc.subjectNotificação Compulsória
dc.subject.otherMaus-Tratos Infantis
dc.subject.otherSaúde da Família
dc.subject.otherNotificação Compulsória de Abuso
dc.titleFrequência de identificação e notificação de abuso físico infantil por profissionais da Estratégia Saúde da Família e relação com fatores socioeconômicos
dc.title.alternativeIdentifying and reporting child physical abuse by professionals of the Family Health Strategy and associated factors
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.issue09
local.citation.volume53
local.description.resumoObjetivo: Avaliar a frequência de identificação e notificação de abuso físico infantil (AFI) por profissionais da Estratégia Saúde da Família (ESF) e fatores associados em regionais com diferente vulnerabilidade social de Belo Horizonte, Brasil. Métodos: Trata-se de um estudo transversal com amostra de conveniência de pediatras, dentistas, médicos da família e enfermeiros, de dois distritos da ESF de Belo Horizonte, Brasil. Os distritos foram selecionados tomando como referência os índices de vulnerabilidade social. Os profissionais foram convidados a responder um questionário autoaplicável desenvolvido na Universidade de Londres, adaptado para o uso no Brasil. Foram realizadas análises descritivas e analíticas, utilizando o teste qui-quadrado de Pearson (p<0,05). Resultados: Participaram do estudo 144 profissionais: 35 (24,3%) dentistas, 46 (31,9%) enfermeiros, 45 (31,2%) médicos da família e 18 (12,5%) pediatras. Do total, 86 (59,7%) profissionais já identificaram algum caso de AFI na experiência profissional, mas apenas 38 (26,4%) notificaram às autoridades. A identificação e notificação estiveram associadas à categoria profissional (p < 0,001) e aos profissionais que realizaram pós-graduação com enfoque na criança (p < 0,001). A vulnerabilidade das regionais não esteve associada à identificação e notificação dos casos de AFI (p = 0,754). Conclusão: A identificação e notificação de casos de AFI associaram-se aos profissionais com formação voltada para o atendimento da criança e com a categoria profissional, sendo o pediatra e o enfermeiro os que mais identificaram e notificaram. A vulnerabilidade social da regional não esteve associada com a identificação e notificação.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentFAO - DEPARTAMENTO DE ODONTOLOGIA SOCIAL E PREVENTIVA
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://periodicos.ufmg.br/index.php/arquivosemodontologia/article/view/3742

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