Bernardo Carvalho, Jorge Luis Borges e as poéticas do artifício
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Universidade Federal de Minas Gerais
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Tipo
Dissertação de mestrado
Título alternativo
Primeiro orientador
Membros da banca
Roberto Alexandre do Carmo Said
Gustavo Silveira Ribeiro
Gustavo Silveira Ribeiro
Resumo
Este trabalho apresenta uma aproximação entre parte da obra ficcional de Jorge Luis Borges e dois romance de Bernardo Carvalho, 'Nove noites' e 'Mongólia'. Considerando uma visão não-naturalizada da realidade e da arte, pensamos como os artifícios são base para a literatura dos dois escritores. Desenvolvemos uma análise que indica os artifícios como um meio de construção artística capaz de relativizar certas concepções do real, além de significarem uma técnica prolífica de reflexão acerca de diversos temas que são alvo de investigação do conhecimento. Reconhecemos a obra borgeana como um marco na concepção de uma poética artificiosa e, a partir daí, percebemos como a poética carvalhiana utiliza do mesmo expediente e possui muitos pontos semelhantes à obra do argentino. Sem a pretensão de esgotar o assunto, por último, elaboramos um breve conceito dos artifícios ficcionais partindo das obras analisadas
Abstract
Assunto
Carvalho, Bernardo, 1960- Nove noites Crítica e interpretação, Borges, Jorge Luis, 1899-1986 Crítica e interpretação, Análise do discurso narrativo, Literatura comparada Brasileira e argentina, Literatura comparada Argentina e brasileira, Carvalho, Bernardo, 1960- Mongólia Crítica e interpretação
Palavras-chave
Jorge Luis Borges, Artificial, Não-ficção, Ficção, Realidade, Simulacros, Natureza, Antinatureza, Bernardo Carvalho, Poética do artifício