Espectroscopia da galáxia NGC 3819 e companheiras

dc.creatorNatalia Rezende Landin
dc.date.accessioned2019-08-09T12:07:53Z
dc.date.accessioned2025-09-09T01:25:25Z
dc.date.available2019-08-09T12:07:53Z
dc.date.issued2002-05-17
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/ESCZ-5KUNVW
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectAstrofisica
dc.subject.otherGaláxia NGC
dc.titleEspectroscopia da galáxia NGC 3819 e companheiras
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor1Domingos Savio de Lima Soares
local.contributor.referee1Luiz Paulo Ribeiro Vaz
local.contributor.referee1Domingos Costa Rodrigues
local.description.resumoEsta dissertação é dedicada à galáxia NGC 3819 e suas companheiras mais próximas. Este sistema foi retirado da amostra de galáxias em ambientes densos de Veiga (1996). Este objeto foi escolhido para um estudo espectrofotométrico, com o intuito de investigar o jato nuclear localizado no ângulo de posição de 109 graus. A presença deste jato é um indício de que interações gravitacionais possam estar ocorrendo entre esta galáxia e suas companheiras, H58D1 e H58D2, que também foram estudadas. As observações foram feitas no instrumento Double Spectrograph montado no telescópio Hale de 5m do Observatório do Monte Palomar, EUA, em 28/29 de fevereiro de 1998, por Domingos S. L. Soares, Tyler Nordgren e Paulo M. V. Veiga.Foram obtidas imagens espectrocópicas (CCD) das três galáxias, que foram reduzidas com o pacote de programas IRAF. Os espectros foram calibrados em fluxo e a partir deles, foram determinados os desvios para o vermelho, velocidades radiais e distâncias em relação ao Sol, de cada galáxia. As velocidades radiais foram obtidas com o método de correlação cruzada (Tonry e Davis 1979) e identificação das linhas espectrais. Estes resultados foram utilizados para verificar se H58D1 e H58D2 eram apenas projeções ópticas no campo do grupo compacto HCG 58, ou se eram componentes gravitacionalmente ligados.Utilizando os perfis de brilho obtidos por Rubin et al. (1991) e por Veiga (1996), como ponto de partida, foi feita uma classificação espectral de cada objeto. Considerando que as diferenças de velocidades entre H58D e suas companheiras sejam apenas devidas à um movimento orbital Kepleriano, obtivemos uma estimativa para o limite inferior da massa de H58D. Estimativas dos valores mínimos das massas de H58D1 e H58D2 foram feitas utilizando-se as magnitudes integradas na banda R obtidas por Rubin et al. (1991), para encontrar as razões das luminosidades de H58D1/H58D e H58D2/H58D (que também fornecem as razões das massas).
local.publisher.initialsUFMG

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