Narrativas contemporâneas da violência: Fernando Bonassi, Paulo Lins Ferréz

dc.creatorAdelcio de Sousa Cruz
dc.date.accessioned2019-08-11T15:57:13Z
dc.date.accessioned2025-09-08T22:53:40Z
dc.date.available2019-08-11T15:57:13Z
dc.date.issued2009-08-18
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/ECAP-7V3GHU
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectLiteratura brasileira SécXX História e crítica
dc.subjectViolencia na literatura
dc.subjectFerréz, 1975- Crítica e interpretação
dc.subjectViolência urbana
dc.subjectSegregação Brasil
dc.subjectLins, Paulo, 1958- Critica e interpretação
dc.subjectBonassi, Fernando, 1962- Crítica e interpretação
dc.subjectLiteratura e sociedade
dc.subjectLiteratura
dc.subject.otherRepresentação do Subalterno
dc.subject.otherLiteratura Brasileira Contemporânea
dc.subject.otherViolência
dc.titleNarrativas contemporâneas da violência: Fernando Bonassi, Paulo Lins Ferréz
dc.typeTese de doutorado
local.contributor.advisor1Eduardo de Assis Duarte
local.contributor.referee1Regina Dalcastagné
local.contributor.referee1Marcos Antonio Alexandre
local.contributor.referee1Anelito Pereira de Oliveira
local.contributor.referee1Dalmir Francisco
local.description.resumoEste trabalho analisa as narrativas contemporâneas da violência, as quais são representadas por Passaporte (2001), escrita por Fernando Bonassi; Cidade de Deus (1997), cujo autor é Paulo Lins e, a mais recente publicação dentre eles, Manual prático do ódio (2003) escrito por Ferréz. Embora ambos os autores pertençam ao corpus da literatura brasileira, Bonassi pode ser estudado como herdeiro da linha estética de Rubem Fonseca, autor de Feliz ano novo (1975), a qual foi por mim denominada mercadoria da crueldade. A contrapartida é representada pela literatura ruidosa produzida por Paulo Lins e Ferréz. Suas tradições derivam de autores como Lima Barreto e outros tais como Carolina Maria de Jesus e seu romance Quarto de despejo (1960), João Antônio e seu Malagueta, Perus e Bacanaço (1963). Tanto a mercadoria da crueldade quanto a literatura ruidosa se utilizam da violência como tema e recurso estético. Enquanto a primeira reforça estereótipos em relação à representação do subalterno, a segunda tem, por sua vez, vozes narrativas que apresentam aspectos humanos ocultos ou negados às personagens subalternas.
local.publisher.initialsUFMG

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