Organização do trabalho e democracia escolar: uma escola pública como estudo de caso

dc.creatorAntonio Berto Machado
dc.date.accessioned2019-08-10T16:09:56Z
dc.date.accessioned2025-09-09T01:06:19Z
dc.date.available2019-08-10T16:09:56Z
dc.date.issued1990-02-20
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/FAEC-86WPXL
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectEscolas publicas
dc.subjectEducação
dc.subjectEscolas Organização e administração
dc.subject.otherPráticas sociais escolares
dc.subject.otherDemocratização da escola pública
dc.titleOrganização do trabalho e democracia escolar: uma escola pública como estudo de caso
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor1Lucilia Regina de Souza Machado
local.contributor.referee1Maria Rita Neto Sales Oliveira
local.contributor.referee1Miguel Gonzalez Arroyo
local.description.resumoEste trabalho tem como objetivo examinar a luta pela democratização da escola públic, efetivada no movimento real das práticas sociais escolares.Para isso, seleciou-se uma escola pública municipal de Belo Horizonte-MG, tendo-se em vista a realização de um estudo de caso. Efatizando-se a organização do trabalho escolar como principal instância em que se processa a referida luta, analisou-se o projeto político-pedagógico e administrativo dela decorrente. Na dimensão administrativa, a análise se voltou para a prática da gestão, efetivada pelos membros da direção e pelos membros dos vários órgãos e instâncias colegiadas. Na dimensão pedagógica, a análise foi direcionada para as relações sociais escolares, como expressão de um projeto pedagógico dominante, cujos objetivos são o controle e a dominação. A metodologia utilizada teve caráter etnográfico.Os instrumentos utilizados foram os registros decorrentes do processo de observação; questionários; entrevistas semi-estruturdas, pesquisa de arquivos. O trabalho está estruturada em cinco capítulos, distribuídos em duas partes.No primeiro capítulo, tratou-se da gestão escolar; no segundo, das relações sociais entre os vários trabalhadores assalariados; no terceiro, da prática do disciplinamento; no quarto, das relações do aluno com os demais sujeitos, com os órgãos colegiados e com seus pares; e, no quinto, o processo de alienação e internalização das relações sociais a que o aluno é submetido, bem como suas formas de reação. Concluindo, foram levantadas algumas proposições que podem contribuir para uma reflexão sobre os obstáculos e os avanços, que se dão no nível da instituição, referente à luta pela democratização da escola pública.
local.publisher.initialsUFMG

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