Cartografias indisciplinares: experiência extensionista nas lutas urbanas de Belo Horizonte - MG

dc.creatorDaniel Medeiros de Freitas
dc.creatorMarcela Silviano Brandão Lopes
dc.creatorNatacha Araújo Rena
dc.date.accessioned2024-01-23T16:52:22Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:52:23Z
dc.date.available2024-01-23T16:52:22Z
dc.date.issued2020
dc.description.abstractThe article, through theoretical and methodological assumptions adopted by the Indisciplinar Research Group, presents some of the extensionist experiences of the group along with the urban conflicts. It seeks to demonstrate how ‘destituent’processes -those against neoliberal urbanism in its multiple dimensions expropriating the public patrimony, neoliberalization and biopolitical production of urban space -and the ‘constituent’processes -those engendered by the collective and citizen autonomy in defence of the common -act in the blind spot of urban conflicts, imbricating local resistance and punctual occurrence to the multiple determinations of economic, political, and cultural order related to the production of space; the strategies ofmilitancy and activism; and the potential of technology and crafts.
dc.format.mimetypepdf
dc.identifier.issn2595-2803
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/63248
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofRevista Debates Insubmissos
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectExtensão universitária
dc.subjectPesquisa
dc.subjectNeoliberalismo
dc.subject.otherExtensão universitária
dc.subject.otherMétodo cartográfico
dc.subject.otherAtivismo
dc.titleCartografias indisciplinares: experiência extensionista nas lutas urbanas de Belo Horizonte - MG
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.epage259
local.citation.issue11
local.citation.spage230
local.citation.volume3
local.description.resumoO artigo, por meio de pressupostos teóricos-metodológicos adotados pelo Grupo de Pesquisa Indisciplinar, apresenta algumas das experiências extensionistas do grupo junto às lutas urbanas. Procura-se demonstrar o modo como os processos destituintes –aqueles contra o urbanismo neoliberal em suas múltiplas dimensões expropriadoras do patrimônio público, neoliberalização e produção biopolítica do espaço urbano –e os processos constituintes –aqueles engendrados pela coletividade e autonomia cidadã em defesa do comum –atuam no ponto cego das lutas urbanas, imbricando as resistências locais e de ocorrência pontual às múltiplas determinações de ordem econômica, política, cultural relacionadas à produção do espaço; as estratégias de militância e de ativismo; e os potenciais da tecnologia e das artesanais. Apresenta-se no centro da discussão as possibilidades de aplicação do método cartográfico nos processos de luta e resistência aos projetos urbanos neoliberais.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentARQ - ESCOLA DE ARQUITETURA
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://periodicos.ufpe.br/revistas/index.php/debatesinsubmissos/article/view/243135/37580

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