Satisfação dos profissionais de saúde bucal nas unidades básicas de saúde de Belo Horizonte

dc.creatorLaura Lacerda do Couto
dc.date.accessioned2019-08-10T11:45:35Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:23:51Z
dc.date.available2019-08-10T11:45:35Z
dc.date.issued2009-11-28
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/BUBD-97HLBD
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectSaúde pública
dc.subjectCentros de saúde/organização & administração
dc.subjectSaúde bucal
dc.subjectAtenção primária à saúde
dc.subjectServiços de saúde comunitária
dc.subjectServiços de saúde bucal Organização e administração
dc.subjectAssistentes de odontologia
dc.subjectIndicadores de saúde
dc.subjectCuidados primários de saúde
dc.subject.otherOdontologia em Saúde Coletiva
dc.titleSatisfação dos profissionais de saúde bucal nas unidades básicas de saúde de Belo Horizonte
dc.typeMonografia de especialização
local.contributor.advisor1Efigenia Ferreira e Ferreira
local.description.resumoAs unidades de saúde da família objetivam a garantia de atenção integral à saúde das famílias e a hierarquização da assistência. O cuidado em saúde bucal passa a exigir a conformação de uma equipe de trabalho que se relacione com usuários e que participe da gestão dos serviços, para dar respostas às demandas da população. Considerando a importância da promoção da saúde e sua influência na produção dos trabalhadores, e a escassez de dados referentes a esse assunto, os objetivos deste estudo foram avaliar o grau de satisfação dos profissionais de saúde bucal das ESB de Belo Horizonte e identificar os principais fatores relacionados à satisfação no trabalho. Materiais e métodos: um questionário que visava a caracterização sócio-demográficas e funcionais dos participantes, bem como o grau de satisfação dos mesmos relacionado ao trabalho foi aplicado de forma voluntária aos profissionais das equipes de saúde bucal, das UBS de Belo Horizonte. Resultados e Discussão: Os resultados encontrados indicaram que a maioria dos participantes, 49,3% respondeu estar satisfeito com o trabalho. No entanto, o alto índice de participantes insatisfeitos 34,4% e pouco satisfeitos 5,9% é um dado preocupante. A avaliação dos fatores indicou o fator remuneração (89,6%) como sendo o principal contribuinte para a insatisfação no trabalho, seguido pelo fator reconhecimento apontado por 68,8%. Conclusão: A partir dos resultados obtidos é evidente um alto nível de insatisfação dos profissionais das ESB de Belo Horizonte. Estudos com casuística maior e com maior nível de confidencialidade são necessários para investigar a insatisfação dos profissionais das ESF e para generalização dos dados.
local.publisher.initialsUFMG

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