Variáveis epidemiológicas na mortalidade perinatal em Belo Horizonte

dc.creatorCarlos Dalton Machado
dc.date.accessioned2019-08-12T15:08:06Z
dc.date.accessioned2025-09-09T01:31:56Z
dc.date.available2019-08-12T15:08:06Z
dc.date.issued1989-12-22
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/BUOS-8PTFMJ
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectVeterinária
dc.subjectMortalidade perinatal Belo Horizonte
dc.subjectPediatria Estatistica Belo Horizonte
dc.subject.otherMedicina Veterinária
dc.titleVariáveis epidemiológicas na mortalidade perinatal em Belo Horizonte
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor1Jose Oswaldo Costa
local.contributor.referee1Edward Tonelli
local.contributor.referee1Enio Leão
local.contributor.referee1Rabindranath Loyola Contreras
local.description.resumoO estudo de tendência da Mortalidade Infantil em Belo Horizonte evidenciou uma redução de 46,6% da TMI na série histórica de 1977 a 1987. As maiores modificações ocorridas, em sua estrutura por causas, se verificaram nas mortes causadas por doenças infecciosas e parasitárias, com a principal redução no grupo das enterites. O declínio não se deveu a fenômenos aleatórios em todos os grupos de causas (TAU próximo a 1), exceto para o grupo "Causas Originadas no Período Perinatal" (TAU: 0,566328). 0 componente pós-neonatal foi o que apresentou o maior declínio (57,5%). A mortalidade neonatal foi responsável por 54,7% dos óbitos infantis no ano de 1987, último da série. Ao abordar aspectos qualitativos do Subsistema de Informação em Mortalidade e no Registro Civil, são apresenta dos aspectos que limitam a interpretação das taxas e tendências, principalmente devido aos registros extemporâneos de nascimentos. Na cidade de Belo Horizonte apresentaram ocorrência média de 10,4%, quando levantados até oito anos após o ano de ocorrência, para as séries completas de 1974 a 1979. Foram detectadas distorções em critérios de codificação das causas de morte. O critério de restrição de idade de 11 meses para todas as causas englobadas no grupo das causas originadas no período perinatal, incorpora os diagnósticos de "septicemias" ocorridas até aquela idade-limite, ao grupo das causas perinatais, o que implicou para o ano de 1987, em uma elevação de 19,3% na mortalidade específica por aquelas causas. O estudo de 2412 certificados de óbitos fetais e neonatais ocorridos no ano de 1987 evidenciou um índice de 5,8% de erros de codificação. Para o estudo das causas de morte, foi incorporada modificação conceitual, utilizando-se prematuridade" como Causa Básica, sempre que notificada como diagnóstico ou idade gestacional. Para os óbitos fetais as afecções maternas contribuíram para 63,8% das ocorrências, sendo que a hipertensão arterial contribuiu com 22,5%. A prematuridade contribuiu com 19% dos óbitos perinatais e as infecções nosocomiais apresentaram-se como componente importante na mortalidade neonatal. Os resultados obtidos apontam prioridades no planejamento das ações de saúde, e "eventos sentinela" a serem monitorizados. A análise da estruturação dos dados na composição das taxas de mortalidade apontam para a necessidade de reformulações no sistema de notificação e registro de eventos vitais.
local.publisher.initialsUFMG

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