Adesão às medidas de prevenção de infecção do sítio cirúrgico em hospitais

dc.creatorBreno Santos Dearaújo
dc.creatorAdriana Cristina de Oliveira
dc.date.accessioned2025-08-18T19:25:00Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:00:28Z
dc.date.available2025-08-18T19:25:00Z
dc.date.issued2023
dc.description.abstractObjective: To assess compliance with actions for surgical site infection prevention and control, adopted in clinical practice in accordance with the recommendations proposed by the World Health Organization: auditing the moment of antibiotic administration, trichotomy with an electric clipper/disposable blade, material sterility confirmation, and surveillance and dissemination of surgical site infection rates. Methods: This is a cross-sectional observational study, carried out in 30 hospitals in the state of Minas Gerais, from February 2018 to April 2019, based on an audit of a surgical procedure, situational diagnosis and interview with Hospital Infection Control Services. Results: In 93.3% of Hospital Infection Control Services, protocols for prophylactic antibiotic use and compliance audits were reported, 69% reported trichotomy with an electric clipper. All carried out surgical site infection surveillance, however, only 63.3% carried out rate disclosure. In the situational diagnosis, trichotomy was performed in 76.7% inside the operating room with an electric clipper (56.7%). In the audit of the moment of antimicrobial administration between 30-60 minutes before surgical incision, compliance was identi ed in 63.3%; 93.3% of services con rmed material sterility through process indicators. Conclusion: Differences were found between recommendations from the Hospital Infection Control Service and compliance with good practices during situational diagnosis and auditing of surgical procedures, reinforcing the need for training and audits aimed at effectively complying with professionals’ practices regarding such measures.
dc.format.mimetypepdf
dc.identifier.doi10.37689/acta-ape/2023AO017134
dc.identifier.issn01032100
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/84405
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectInfecção da Ferida Cirúrgica
dc.subjectTime Out na Assistência à Saúde
dc.subjectControle de Infecções
dc.subjectEnfermagem Perioperatória
dc.subject.otherInfecção da Ferida Cirúrgica
dc.subject.otherTime Out na Assistência à Saúde
dc.subject.otherControle de Infecções
dc.subject.otherEnfermagem Perioperatória
dc.titleAdesão às medidas de prevenção de infecção do sítio cirúrgico em hospitais
dc.title.alternativeCompliance with surgical site infection prevention measures in hospitals
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.epage9
local.citation.issueeAPE01714
local.citation.spage1
local.citation.volume36
local.description.resumoObjetivo: Avaliar a adesão às ações de prevenção e controle da infecção de sítio cirúrgico, adotadas na prática clínica de acordo com as recomendações propostas pela Organização Mundial de Saúde: realização da auditoria de momento da administração de antibiótico, tricotomia com tricotomizador elétrico/lâmina descartável, con rmação da esterilidade dos materiais e, vigilância e divulgação das taxas de infecção de sítio cirúrgico. Métodos: Estudo observacional transversal, realizado em 30 hospitais de grande porte do estado de Minas Gerais, de fevereiro de 2018 a abril de 2019, a partir de uma auditoria de um procedimento cirúrgico, diagnóstico situacional e entrevista com os Serviços de Controle de Infecção Hospitalar. Resultados: Em 93,3% dos Serviços de Controle de Infecção Hospitalar foram referidos protocolos para uso de antibiótico pro lático e auditorias de adesão, 69% informaram tricotomia com tricotomizador elétrico; todos realizavam a vigilância da infecção de sítio cirúrgico, no entanto, apenas 63,3% realizavam a divulgação das taxas. No diagnóstico situacional, a tricotomia foi realizada em 76,7% dentro da sala cirúrgica com tricotomizador elétrico (56,7%). Na auditoria do momento de administração do antimicrobiano pro lático entre 30-60 minutos antes da incisão cirúrgica identi cou-se conformidade em 63,3%; 93,3% dos serviços confirmavam a esterilidade dos materiais por meio de indicadores de processo. Conclusão: Verifcou-se divergências entre recomendações do Serviço de Controle de Infecção Hospitalar e adesão às boas práticas durante diagnóstico situacional e auditoria de procedimentos cirúrgicos, reforçando a necessidade de treinamentos e auditorias visando adesão efetiva às práticas dos prossionais a tais medidas.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentENF - DEPARTAMENTO DE ENFERMAGEM BÁSICA
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://doi.org/10.37689/acta-ape/2023AO017134

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