Gênero, trabalho e tradução no confronto narrativo entre Luciano Bianciardi e Maria Jatosti

dc.creatorAna Maria Chiarini
dc.date.accessioned2025-03-17T20:21:43Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:43:46Z
dc.date.available2025-03-17T20:21:43Z
dc.date.issued2023-12-29
dc.description.abstractThis work proposes a confrontation between two novels characterized by strong autobiographical elements: La vita agra (1962), by Luciano Bianciardi, and Tutto d’un fiato (1977), by Maria Jatosti. In both of them the practice of translation is treated as a profession, an interpersonal bond and an identity marker. In this confrontation between the novels, written by a well-known couple in the Italian literary scene of the second half of the 20th century, the focus of the analysis will be on the female character in the first novel and the narrator in the second. Besides highlighting the dimension of gender in both narratives, this work intends to propose the reading of Jatosti’s novel as a critical intervention to Bianciardi’s already recognized cultural criticism.
dc.format.mimetypepdf
dc.identifier.doihttps://doi.org/10.5007/2175-7968.2023.e92614
dc.identifier.issn2175-7968
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/80719
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofCadernos de Tradução
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectTradução e interpretação
dc.subjectAutobiografia
dc.subject.otherLuciano Bianciardi
dc.subject.otherMaria Jatosti
dc.subject.otherGênero e tradução
dc.subject.otherAutobiografia
dc.titleGênero, trabalho e tradução no confronto narrativo entre Luciano Bianciardi e Maria Jatosti
dc.title.alternativeGender, work and translation in the narrative confrontation between Luciano Bianciardi and Maria Jatosti
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.epage23
local.citation.issue1
local.citation.spage1
local.citation.volume43
local.description.resumoEste artigo propõe um confronto entre dois romances de forte teor autobiográfico, La vita agra (1962), de Luciano Bianciardi, e Tutto d’un fiato (1977), de Maria Jatosti, em que a prática da tradução é tratada como profissão, vínculo interpessoal e definidora de identidades. Nesse embate de narrativas, escritas por um casal conhecido na cena literária italiana da segunda metade do século XX, o foco da análise se concentra na personagem feminina do primeiro romance e na narradora-personagem do segundo. Além de evidenciar a dimensão do gênero nas duas obras, pretende-se propor a leitura da obra de Jatosti como uma intervenção crítica à crítica cultural já reconhecida de Bianciardi.
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0003-0622-5385
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentFALE - FACULDADE DE LETRAS
local.publisher.initialsUFMG

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