Estudo transversal do autorrelato de bruxismo e sua associação com estresse e ansiedade

dc.creatorIago Gomes Mota
dc.creatorLarissa Aparecida Benincá Ton
dc.creatorJanice Simpson de Paula
dc.creatorAna Paula Varela Brown Martins
dc.date.accessioned2025-06-18T15:31:58Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:57:07Z
dc.date.available2025-06-18T15:31:58Z
dc.date.issued2021
dc.description.abstractIntroduction: Bruxism is a prevalent condition and can be destructive to the oral cavity, being widely addressed in dentistry, especially due to its multifactorial etiology and controversial prevalence. Objective: This study aimed to investigate the prevalence of self-reported bruxism among university students and to correlate it with self-perceived anxiety and stress. Material and method: Self-reported Bruxism, Trait-State Anxiety Inventory (STAI) and LIPP Stress Symptoms Inventory (LIPP) were used to assess the prevalence of bruxism, anxiety and stress, respectively. 714 students of all courses of a university were interviewed, they were between 18 and 45 years. Descriptive statistical analyzes performed by calculations of frequencies (absolute and relative), as well as measures of central tendency and dispersion (mean and standard deviation). About inferential statistical analyzes, the Chi-square or Fisher's exact test was used to compare proportions and the Student t test or ANOVA was a criterion for comparing means, all with a 5% significance level. Result: The prevalence for bruxism was 46.92%; there was a significant difference in the proportion of bruxism with state anxiety (p = 0.00) and personality trait (p = <0.0001). Conclusion: It is concluded that although bruxism did not prevail among students, a high percentage of students stated to perform this repetitive activity and the proportion of bruxists with anxiety was relevant, showing the importance of this psychological factor in the pathophysiology of parafunction.
dc.format.mimetypepdf
dc.identifier.doihttp://dx.doi.org/10.1590/1807-2577.00321
dc.identifier.issn1807-2577
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/83026
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofRevista de Odontologia da Unesp
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectBruxism
dc.subjectTranstornos de ansiedade
dc.subjectEstresse psicológico
dc.subjectEstudantes
dc.subject.otherBruxismo
dc.subject.otherAnsiedade
dc.subject.otherEstresse psicológico
dc.titleEstudo transversal do autorrelato de bruxismo e sua associação com estresse e ansiedade
dc.title.alternativeCross-sectional study about self-reported bruxism and its association with stress and anxiety
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.spagee20210003
local.citation.volume50
local.description.resumoIntrodução: O bruxismo é uma condição prevalente e pode ser destrutivo à cavidade bucal, sendo amplamente abordado na Odontologia, especialmente por sua etiologia multifatorial e prevalência controversa. Objetivo: Este estudo teve o objetivo de investigar a prevalência do autorrelato de bruxismo entre universitários e correlacionar a parafunção com a ansiedade e o estresse autopercebidos. Material e método: Utilizaram-se o autorrelato de bruxismo, Inventário de Ansiedade Traço-Estado (IDATE) e Inventário de Sintomas de Estresse de LIPP (LIPP) para avaliar a prevalência de bruxismo, ansiedade e estresse, respectivamente. Setecentos e quatorze estudantes de todos os cursos da universidade foram entrevistados, com idade entre 18 e 45 anos. Análises estatísticas descritivas foram realizadas por cálculos de frequências (absolutas e relativas), bem como medidas de tendência central e dispersão (média e desvio padrão). Quanto às análises estatísticas inferenciais, o teste qui-quadrado ou exato de Fisher foi utilizado na comparação de proporções e o teste t de Student ou ANOVA, como critério para comparar médias, todos com nível de significância de 5%. Resultado: A prevalência de bruxismo foi 46,92%; houve diferença significante da proporão do bruxismo com a ansiedade estado (p = 0,00) e traço (p ≤ 0,0001) de personalidade. Conclusão: Conclui-se que, apesar de o bruxismo não ter prevalecido entre estudantes, um elevado percentual de estudantes afirmou realizar essa atividade repetitiva e a proporção de bruxistas com ansiedade foi relevante, evidenciando a importância desse fator psicológico na fisiopatologia da parafunção.
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0003-3626-0253
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0002-2296-7015
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0002-5396-0959
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0003-4236-9335
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentFAO - DEPARTAMENTO DE ODONTOLOGIA SOCIAL E PREVENTIVA
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://revodontolunesp.com.br/article/doi/10.1590/1807-2577.00321

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