Linhas curvas em dança: a Pampulha na cultura livre

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Universidade Federal de Minas Gerais

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Resumo

O objetivo deste artigo é compartilhar parte do processo de criação em dança e vídeodança sobre as obras mais marcantes de Oscar Niemeyer localizadas na Pampulha, um dos pontos turísticos mais importante de Belo Horizonte em Minas Gerais, a partir do diálogo entre a teoria da semiótica Greimasiana e a teoria sobre espaço e expressão visual de Fayga Ostrower. A metodologia utilizada é a experimentação do corpo em dança pelos espaços e edificações delimitadas: a casa construída para Juscelino Kubistchek; a Casa do Baile; a Igrejinha da Pampulha e o Museu de Arte Moderna. Os sentidos encarnados são tratados e investigados como realidades semiotizadas enquanto a análise do e para o movimento está fundamentada em Rudolf Laban. No processo e nos resultados tanto do trabalho coreografado presencialmente, como na videodança produzida, o corpo e a arquitetura da cidade se fundem em sentidos vários, sempre emanando e nos provocando. A cultura livre e o ambiente do ciberespaço são dois dos nossos pontos de encontro.

Abstract

Assunto

Linguagem, Dança, Semiótica, Ciberespaço, Arquitetura

Palavras-chave

Linguagem, Dança, Semiótica, Cultura Livre

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http://www.periodicos.letras.ufmg.br/index.php/anais_linguagem_tecnologia/article/view/16292

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