Avaliação da qualidade de vida e das estratégias de enfrentamento em idosos com incontinência fecal

dc.creatorJuliana Magalhaes Machado Barbosa
dc.date.accessioned2019-08-13T21:58:37Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:23:25Z
dc.date.available2019-08-13T21:58:37Z
dc.date.issued2006-12-21
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/MSMR-72CJ95
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectIdosos Doenças Aspectos psicológicos
dc.subjectQualidade de vida
dc.subjectMedicina de reabilitação
dc.subjectIdosos Doenças Aspectos sociais
dc.subjectFezes Incontinencia
dc.subject.otherJovens
dc.subject.otherAdaptador
dc.subject.otherQuadril
dc.subject.otherDinamômetro Isocinético
dc.titleAvaliação da qualidade de vida e das estratégias de enfrentamento em idosos com incontinência fecal
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor-co1Leani Souza Maximo Pereira
local.contributor.advisor1Rosangela Correa Dias
local.contributor.referee1Antonio Lacerda Filho
local.contributor.referee1Marcella Guimaraes Assis Tirado
local.description.resumoA incontinência fecal (IF) é um dos grandes problemas dos idosos e gera conseqüências físicas, sociais, emocionais e econômicas, que podem afetar sua qualidade de vida (QV). A forma de lidar com a IF também pode afetar a QV e a adaptação à doença. O objetivo deste estudo foi avaliar a qualidade de vida e as estratégias de enfrentamento em idosos com IF. Foi realizada pesquisa de corte transversal, com 39 idosos com IF, residentes na comunidade, clinicamente estáveis e sem sinais de comprometimento cognitivo. Os dados foram coletados através de entrevista, utilizando um questionário clínico e demográfico, o Fecal Incontinence Severity Index (FISI), a Escala de Depressão Geriátrica (GDS), o Health Assessment Questionnaire (HAQ), o World Health Organization Quality of Life version abreviated (WHOQOL-BREF), o Fecal Incontinence Quality of Life (FIQL) e o Inventário de Estratégias de Coping. Análise estatística descritiva, testes de Friedman, Wilcoxon, Mann-Whitney, Kruskal-Wallis e o Índice de Correlação de Spearman, além da Classification and Regression Tree (CART), foram utilizados adotando-se níveis de significância de =0,05 e 0,10. Os participantes tinham média de idade de 71,92 ± 7,11 anos, a maioria apresentou rastreio negativo para depressão (61,54%) e independência funcional no HAQ (69,25%). Os escores do FISI foram igualmente distribuídos em quartis. A presença de IU foi observada em 69,23% dos participantes e o tipo de IF mais relatado foi a urge-incontinência (74,36%). Apenas 48,72% dos indivíduos com IF já havia feito tratamento para esta condição. O domínio comportamento do FIQL foi o mais afetado pela IF (p=0,000) e os domínios resolução de problemas e suporte social foram os mais e menos usados (p=0,001) para enfrentar a IF, respectivamente. As variáveis mais fortemente associadas aos escores do FIQL foram idade, nota da GDS, estado civil, gravidade da IF, renda familiar, circunstância da perda, domínios Confronto e Reavaliação Positiva do Inventário de Estratégias de Coping e realização de tratamento para IF. Os resultados confirmam que a IF afeta a qualidade de vida de idosos com IF e que esta medida, assim como as variáveis que podem afetá-la, deve ser incluída em sua avaliação. A utilização de estratégias de enfrentamento baseadas no confronto afeta negativamente a qualidade de vida de idosos com perda fecal.
local.publisher.initialsUFMG

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