Efeitos da Angiotensina 1-7 na via de Esteroidogenese e maturação das células do Cumulus e Granulosa Murais Luteinizadas humanas

dc.creatorMonique Ellen Gervásio Nunes
dc.date.accessioned2025-01-07T11:23:42Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:50:26Z
dc.date.available2025-01-07T11:23:42Z
dc.date.issued2022-12-09
dc.description.sponsorshipCNPq - Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/79052
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectAngiotensinas
dc.subjectCélulas do Cúmulo
dc.subjectCélulas da Granulosa
dc.subjectFenótipo de Síndrome de Antley-Bixler
dc.subjectHormônios Esteroides Gonadais
dc.subject.otherAngiotensina 1-7
dc.subject.otherCélulas do cumulus
dc.subject.otherCélulas da granulosa
dc.subject.otherEsteroidogênese
dc.titleEfeitos da Angiotensina 1-7 na via de Esteroidogenese e maturação das células do Cumulus e Granulosa Murais Luteinizadas humanas
dc.typeTese de doutorado
local.contributor.advisor1Fernando Marcos dos Reis
local.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/3201214049358628
local.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/1825052610341477
local.description.resumoO Sistema Renina Angiotensina tem sido documentado no ovário e, apesar disso, seu papel fisiológico no processo reprodutivo feminino ainda não foi totalmente compreendido. Um dos peptídeos chaves para entender esse mecanismo é a Angiotensina (Ang) 1-7, que em modelos animais participa na maturação dos folículos e na esteroidogênese, e é liberada no plasma e no líquido folicular de mulheres submetidas à fertilização in vitro. As células do cumulus (CC) e da granulosa murais (CGM), além de estar anatomicamente próximas aos oócitos, apresentam uma comunicação bidirecional entre si, o que é essencial para os processos de diferenciação folicular. Portanto, a avaliação da expressão de fatores ou genes nas CGMs e CCs pode predizer a saúde folicular. O objetivo deste trabalho foi avaliar os efeitos da Ang 1-7 nas CGMs e CCs cultivadas in vitro. Para isto, foi realizado o isolamento e purificação das CCs e CGMs de pacientes participantes do programa de fertilização in vitro do HC- UFMG. Estas células foram cultivadas por 72 horas e depois submetidas a Ang 1-7 nas concentrações 10-10M; 10-8M; 10-6M, ou ao antagonista A779 na concentração de 10-8M, isolado ou associado à Ang1-7 por 24hrs. As concentrações de progesterona e estradiol foram dosadas no meio de cultivo e a expressão gênica de StAR, CYP11A1, HSD17B, HSD17B, CYP19A1, HSD3B2, MASR e LHR nas CGMs foi avaliada por qPCR. Nas CC, GMPc e AMPc foram detectados por imunofluorescência. Não houve diferença na liberação de progesterona e estradiol entre os grupos estudados. Os níveis de expressão do mRNA das enzimas esteroidogênicas não se alteraram com os tratamentos. Foi possível detectar LHR nas CGMs e GMPc e AMPc nas CCs. Este foi o primeiro trabalho a avaliar a relação das células da granulosa e do cumulus humanas cultivadas in vitro com a via esteroidogênica após estímulo com Ang 1-7. A ausência de efeito da Ang 1-7 sobre a esteroidogênese neste modelo in vitro de células humanas contrasta com observações prévias em outras espécies e não parece estar associada a falta do receptor MAS. O possível efeito da Ang 1-7 não ficou demonstrado no ovário humano, mas essa hipótese ainda precisa ser avaliada em diferentes condições experimentais, como por exemplo o estímulo prévio ou concomitante com LH/hCG.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentMEDICINA - FACULDADE DE MEDICINA
local.publisher.initialsUFMG
local.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Medicina Molecular

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