Prematuridade e transtorno do espectro autista (TEA): revisão integrativa da literatura

dc.creatorAngélica Araújo de Souza Maia
dc.date.accessioned2023-06-26T20:55:56Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:04:05Z
dc.date.available2023-06-26T20:55:56Z
dc.date.issued2022-12-03
dc.description.abstractThe prevalence of autism spectrum disorder (ASD) has increased significantly in recent years and prematurity is recognized as a risk factor. The present study aimed to gather current evidence on the relationship between prematurity and ASD. An integrative literature review was performed, including original articles published in full, in English, Portuguese and Spanish, published between January 2012 and March 2022. The electronic search was performed on PubMed databases (National Institutes of Health's National Library of Health), SciELO, MEDLINE (National Library of Medicine) and Lilacs (Latin American and Caribbean Literature on Health Sciences), using the combination of the following descriptors (“autism spectrum disorder”; “disorder, autistic”; “premature birth”; and “risk factor”). To complement the electronic search, a manual search was performed to identify potentially eligible studies that were not located. 124 articles were located in the electronic search. With the application of the established inclusion criteria, nineteen articles were selected for this review. The results indicate a high prevalence (1.8% and 41%) of ASD in prematurity, associated with gestational age at birth. Other factors were also associated with ASD, such as low birth weight, perinatal asphyxia, small-for-gestational-age classification, male sex, brain dysfunction, severe bronchopulmonary dysplasia, postnatal steroid use, late bacteremia, prolonged hospital stay, minor maternal education, non-white mothers, maternal depression, co-existing disabilities, and developmental delays. Signs of ASD can be observed in the first months of life, persisting into adolescence and adulthood, associated with intellectual disability, language impairment and behavioral difficulties. The present review suggests that prematurity is a risk factor for ASD, but it is still unclear in the literature whether ASD is related to prematurity itself or to the comorbidities associated with it. Signs of ASD can be observed in the first months of life, favoring referral for early intervention. Intellectual disability, language impairment and behavioral difficulties can further impair functional performance in ASD.
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/55374
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectTranstorno do espectro autista
dc.subjectPrematuros
dc.subjectFatores de risco
dc.subject.otherTranstorno do espectro autista
dc.subject.otherNascimento prematuro
dc.subject.otherFator de risco
dc.titlePrematuridade e transtorno do espectro autista (TEA): revisão integrativa da literatura
dc.title.alternativePrematurity and autism spectrum disorder (ASD): integrative literature review
dc.typeMonografia de especialização
local.contributor.advisor1Dra. Ana Carolina Cabral de Paula Machado
local.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/5503216043712009
local.description.resumoA prevalência de Transtorno do Espectro Autista (TEA) aumentou significativamente nos últimos anos e prematuridade é reconhecida como fator de risco. O presente estudo teve como objetivo reunir evidências atuais sobre a relação entre prematuridade e TEA. Foi realizada revisão integrativa de literatura, incluindo artigos originais publicados na íntegra, em inglês, português e espanhol, publicados entre janeiro 2012 e março de 2022. A busca eletrônica foi realizada nas bases PubMed (National Institutes of Health's National Library of Health), SciELO, MEDLINE (National Library of Medicine) e Lilacs (Literatura Latino-Americana e do Caribe em Ciências da Saúde), utilizando a combinação dos seguintes descritores (“autism spectrum disorder”; “disorder, autistic”; “premature birth”; e “risk factor”). Para complementar a busca eletrônica, busca manual foi realizada para identificar estudos potencialmente elegíveis que não foram localizados. Foram localizados 124 artigos na busca eletrônica. Com a aplicação dos critérios de inclusão estabelecidos, foram selecionados dezenove artigos para essa revisão. Os resultados indicam alta prevalência (1,8% e 41%) de TEA na prematuridade, associada à idade gestacional ao nascimento. Outros fatores também foram associados com TEA, como baixo peso ao nascer, asfixia perinatal, classificação de pequeno para a idade gestacional, sexo masculino, disfunção cerebral, displasia bronco pulmonar grave, uso de esteroides pós-natal, bacteremia tardia, internação prolongada, menor escolaridade materna, mães não caucasianas, depressão materna, deficiências coexistentes e atrasos no desenvolvimento. Sinais de TEA podem ser observados nos primeiros meses de vida, persistindo na adolescência e idade adulta, associados com deficiência intelectual, comprometimento de linguagem e dificuldades comportamentais. A presente revisão sugere que prematuridade é fator de risco para TEA, mas ainda não está claro na literatura se TEA está relacionado com a prematuridade em si ou com as comorbidades associadas a ela. Sinais de TEA podem ser observados nos primeiros meses de vida, favorecendo o encaminhamento para intervenção precoce. Deficiência intelectual, comprometimento de linguagem e dificuldades comportamentais podem prejudicar ainda mais o desempenho funcional no TEA.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.initialsUFMG
local.publisher.programCurso de Especialização em Avanços Clínicos em Fisioterapia

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