Menino de engenho e o engenho do romance autobiográfico

dc.creatorJoyce Rodrigues Silva Gonçalves
dc.date.accessioned2021-12-10T11:03:08Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:55:34Z
dc.date.available2021-12-10T11:03:08Z
dc.date.issued2016
dc.description.abstractThis article aims to analyze the book Menino de Engenho, by José Lins do Rego from the study of gender characteristics of autobiographical memories and narratives. The work also aims to use other author's autobiographical novels, specifically those that make up the cycle of “cana-de-açúcar” (Doidinho, Banguê, O Moleque Ricardo, Usina e Fogo Morto, in which José Lins takes advantage of their own experience to develop their literary productions. Meus Verdes Anos will also be evoked to make a parallel between autobiography and autobiographical fiction. The selected books will be analyzed from memorialistic view, as it aims to identify, or at least infer, what is experience and what is literary representation, or even the complex resource that is the fictionalization starting from a lived experience.
dc.format.mimetypepdf
dc.identifier.issn2525-3441
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/38832
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofAfluente: Revista de Letras e Linguística
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectLiteratura brasileira - Análise literária
dc.subjectLiteratura brasileira - Ficção
dc.subjectMemória autobiográfica
dc.subject.otherMenino de engenho
dc.subject.otherAutobiografia
dc.titleMenino de engenho e o engenho do romance autobiográfico
dc.title.alternativeMenino de engenho and the ingenuity of the autobiographical novel
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.issue1
local.citation.volume1
local.description.resumoEste artigo analisa a obra Menino de Engenho, de José Lins do Rego, a partir do estudo das características do gênero autobiográfico e das narrativas de memórias. O trabalho pretende ainda utilizar outros romances autobiográficos do autor, mais especificamente os que compõem o ciclo da cana-de-açúcar (Doidinho, Banguê, O Moleque Ricardo, Usina e Fogo Morto), em que José Lins se aproveita de sua própria experiência para elaborar suas produções literárias. A obra Meus Verdes Anos também será evocada para fazermos um paralelo entre autobiografia e ficção autobiográfica. As obras selecionadas serão analisadas a partir do viés memorialístico, em que se pretende identificar, ou pelo menos inferir, o que é experiência vivida e o que é representação literária, ou ainda, o complexo recurso que é a ficcionalização partindo de uma experiência vivida.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentCP - CENTRO PEDAGOGICO - 1o.GRAU
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttp://www.periodicoseletronicos.ufma.br/index.php/afluente/article/view/4753

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