Freqüência e isolamento de Toxoplasma gondii em suínos do estado de Minas Gerais

dc.creatorMaria Aparecida Moreira Schenk
dc.date.accessioned2019-08-13T02:58:25Z
dc.date.accessioned2025-09-08T22:54:06Z
dc.date.available2019-08-13T02:58:25Z
dc.date.issued1976-05-25
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/BUOS-8QZKGM
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectVeterinária
dc.subjectSuino Doenças
dc.subjectToxopasmose em animais
dc.subject.otherMedicina Veterinária
dc.titleFreqüência e isolamento de Toxoplasma gondii em suínos do estado de Minas Gerais
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor1Jose Divino Lima
local.contributor.referee1Jose Oswaldo Costa
local.contributor.referee1Elvio Carlos Moreira
local.description.resumoA toxoplasmose é uma doença cosmopolita, que acomete o homem e várias espécies de animais domésticos e silvestres. O Toxoplasma gondii agente da doença foi descrito pela primeira vez por NICOLLE & MANCEAUX em 1908, quando isolaram esse parasita de um pequeno roedor norte-africano (Ctenodactylus gondi). No Brasil os primeiros trabalhos sobre a doença em suínos, foram realizados mo Estado de Minas Gerais por SILVA (1959) e em São Paulo por MONICI & RIBEIRO (1960). A infecção pelo T. gondii é comum em suínos, sendo na maioria das vezes assintomática, ou causando sintomas brandos. No entanto, surtos da doença causando alta mortalidade, principalmente em leitões recém-nascidos, tem sido descrito por vários autores (COLE & cols., 1954; HARDING & cols.,1961; WORK & cols., 1970). O isolamento de T. gondii de suínos aparentemente sadios, abatidos para o consumo humano, mostra a importância das infecções assintomáticos nestes animais como fonte de infecção para o homem (WEISSTANNER, 1969). O diagnóstico da doença da doença geralmente é feito, tanto no homem como nos animais, através de reações sorológicas, entre elas a mais usada é a reação de Sabin-Feldman (RSF), devido a sua grande sensibilidade e especificidade. Mesmo assim, apresenta alguns inconvenientes quando empregada em larga escala: necessidade de obtenção de amostras T. gondii em camundongos e o uso do fator acessório. Estas limitações têm motivado a substituição deste método pela reação de imunofluorescência indireta (RIFI) que apresenta resultados semelhantes à RSF e que, gradativamente, vem sendo empregada como rotina no diagnóstico da doença no homem e em algumas espécies de animais. Com a finalidade de estudar a freqüência da infecção por T. gondii em suínos do estado de Minas Gerais, o presente trabalho teve os seguintes objetivos: 1) tentar o isolamento de T. gondii a partir de diafragmas e cérebro de suínos abatidos em matadouros de Belo Horizonte; 2) comparar os métodos de Sabin-Feldman e imunofluorescência indireta, para o diagnóstico da toxoplasmose em suínos; 3) determinar a freqüência da infecção por T. gondii em alguns municípios do Estado de Minas Gerais.
local.publisher.initialsUFMG

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