Conhecimento, percepções e práticas relacionadas ao hiv/aids entre adolescentes da cidade de Vespasiano/MG

dc.creatorLuciana Ramos de Moura
dc.date.accessioned2019-08-11T07:07:30Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:05:35Z
dc.date.available2019-08-11T07:07:30Z
dc.date.issued2011-03-22
dc.description.abstractObjective: Relate the knowledge about HIV/Aids to sexual behavior by adolescents adopted city of Vespasian, MG Methods: We used cross-sectional and representative random sample of 1,158 adolescents aged 14-19 years, enrolled in nine schools. The subjects completed questionnaires and structured self-executing. The data analysis involved descriptive statistics, hypothesis test (qui-square, Mann-Whitney, Kruskal-Wallis, Kendall and Fisher Exact Test). The difference was significant between age at first sex of boys (14.4 ± 1.8) and girls (15.1 ± 1.2), as well as the frequency of guys who have commenced sexual activity (60.1 % of boys and 40.5% of girls, respectively). Male adolescents showed greater adherence to condoms in the past six months. Education and socioeconomic status were not associated with age at first sex and condom use. Younger subjects (14 to 15 years) had greater adherence to condom the higher age (18 to 19 years). There was statistical association between condom use at first intercourse and increased frequency of use in the relations of the past six months. Knowing the sexual partner reduced the perception of risk related to STD/Aids. There wasn´t association between knowledge about HIV/Aids and condom use, multiple partners and perceived personal risk for infection. Conclusions: The knowledge did not influence safe sex practices. Although boys have first initiated sexual activity, girls had lower adherence to condoms. It is necessary to implement actions that consider the specifics of gender and work perceptions regarding sexual behavior in the first years of adolescence. In this scenario, the performance of health care is strategic, due to the possibility of listening qualified and individualized, thus allowing closer approach of the universe of beliefs and perceptions regarding sexual behavior. Closer to the minds of adolescents, to understand the particularities of gender and enter the professional health are strategic actions to reduce vulnerability to HIV / Aids in the population
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/BUOS-8MHK8M
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectEnsino fundamental e médio
dc.subjectConhecimentos, atitudes e prática em saúde
dc.subjectDoenças sexualmente transmissíveis
dc.subjectSíndrome de imunodeficiência adquirida
dc.subjectComportamento sexual
dc.subjectAdolescente
dc.subjectPromoção da saúde
dc.subjectSaúde do adolescente
dc.subject.othersaúde do adolescente
dc.subject.othercomportamento sexual
dc.subject.otherpromoção da saúde
dc.subject.otherHIV
dc.subject.otheradolescente
dc.subject.otherinstituições acadêmicas
dc.subject.otherconhecimento
dc.subject.otherconhecimentos atitudes e prática em saúde
dc.titleConhecimento, percepções e práticas relacionadas ao hiv/aids entre adolescentes da cidade de Vespasiano/MG
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor-co1Eugenio Marcos de Andrade Goulart
local.contributor.advisor1Cristiane de Freitas Cunha
local.contributor.referee1Eugenio Marcos de Andrade Goulart
local.contributor.referee1Anezia Moreira Faria Madeira
local.contributor.referee1Ana Cristina Simoes e Silva
local.description.resumoObjetivos: Relacionar o conhecimento sobre o HIV/Aids ao comportamento sexual adotado pelos adolescentes da cidade de Vespasiano/MG. Métodos: Foi utilizado delineamento transversal com amostra aleatória e representativa de 1.158 adolescentes com idade entre 14 a 19 anos, matriculados em nove escolas públicas. Os sujeitos responderam a questionários estruturados e auto-aplicáveis. A análise dos dados envolveu estatística descritiva, testes de hipóteses (Qui-quadrado, Mann-Whitney e Kruskal-Wallis, Kendal e Teste Exato de Fisher). Foi significativa a diferença a entre idade da primeira relação sexual de rapazes (14,4 ± 1,8) e moças (15,1 ± 1,2), assim como a frequência de rapazes que já iniciaram a atividade sexual (60,1% dos rapazes e 40,5% das moças, respectivamente). Adolescentes do sexo masculino apresentaram maior adesão ao preservativo nas relações sexuais dos últimos seis meses. Escolaridade e classe econômica não se associaram a idade da primeira relação sexual e uso do preservativo. Indivíduos mais jovens (14 à 15 anos) apresentaram maior adesão a camisinha que os de idade superior (18 à 19 anos). Houve associação estatística entre o uso do preservativo na primeira relação sexual e a maior frequência de uso nas relações dos últimos seis meses. Conhecer o parceiro sexual reduziu a percepção do próprio risco relacionado às DST/Aids. Não houve associação estatística entre o conhecimento sobre HIV/Aids e o uso de preservativo, multiplicidade de parceiros e percepção do próprio risco para a infecção. Conclusões: O conhecimento não influenciou práticas sexuais seguras. Apesar dos rapazes terem iniciado primeiramente a atividade sexual, as moças apresentaram menor adesão ao preservativo. É necessário a implementação de ações que valorizem as especificidades de gênero e que trabalhem as percepções relacionadas ao comportamento sexual logo nos primeiros anos da adolescência. Nesse cenário, a atuação do profissional da saúde é estratégica, pela possibilidade da escuta qualificada e individualizada, permitindo assim, maior aproximação do universo de crenças e percepções relacionadas ao comportamento sexual dos jovens. Aproximar do imaginário dos adolescentes, compreender as particularidades de gênero e inserir o profissional da saúde, são ações estratégicas para redução da vulnerabilidade do HIV/Aids na população estudada
local.publisher.initialsUFMG

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