Avaliação do consumo alimentar entre professores da educação básica de ensino da rede estadual de Minas Gerais durante a pandemia da COVID-19
| dc.creator | Sabrina Alves Durães | |
| dc.date.accessioned | 2022-08-08T17:44:54Z | |
| dc.date.accessioned | 2025-09-09T00:11:52Z | |
| dc.date.available | 2022-08-08T17:44:54Z | |
| dc.date.issued | 2022-03-08 | |
| dc.identifier.uri | https://hdl.handle.net/1843/44057 | |
| dc.language | por | |
| dc.publisher | Universidade Federal de Minas Gerais | |
| dc.rights | Acesso Aberto | |
| dc.rights.uri | http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/pt/ | |
| dc.subject | COVID-19 (Doença) - Teses | |
| dc.subject | Hábitos alimentares - Brasil - Teses | |
| dc.subject | Professores - Teses | |
| dc.subject.other | COVID-19 | |
| dc.subject.other | Hábitos alimentares | |
| dc.subject.other | Professores | |
| dc.title | Avaliação do consumo alimentar entre professores da educação básica de ensino da rede estadual de Minas Gerais durante a pandemia da COVID-19 | |
| dc.type | Dissertação de mestrado | |
| local.contributor.advisor1 | Lucineia de Pinho | |
| local.contributor.advisor1Lattes | http://lattes.cnpq.br/7278576493532093 | |
| local.contributor.referee1 | Keila Lopes Mendes | |
| local.contributor.referee1 | Alfredo Maurício Batista de Paula | |
| local.contributor.referee1 | Rosângela Ramos Veloso Silva | |
| local.creator.Lattes | http://lattes.cnpq.br/4170428451332642 | |
| local.description.resumo | As medidas impostas para a contenção da pandemia, a suspensão das aulas presenciais e a adoção do ensino virtual se tornaram um desafio para os professores, provocando mudanças nos hábitos alimentares e consequências a saúde. O objetivo desse estudo foi avaliar o consumo alimentar entre professores da educação básica de ensino da rede estadual de Minas Gerais no contexto da pandemia da COVID-19. Trata-se de um estudo transversal do tipo websurvey, realizado com 15641 professores da educação básica estadual de Minas Gerais, atuantes em 795 municípios mineiros. Para a coleta de dados foi utilizado um questionário on-line disponibilizado pela plataforma Google Forms e composto por questões sobre perfil sociodemográfico, ocupacional, condições de saúde e comportamental durante a pandemia. O consumo alimentar foi avaliado por grupos de alimentos saudáveis (SA) e não saudáveis (NS), através da frequência semanal de consumo, no período de sete dias anteriores à entrevista. O percentual de alteração foi estimado a partir de respostas antes e durante a pandemia, e as alterações na frequência foram utilizadas para determinar três padrões de consumo: diminuição da ingestão; aumento da ingestão; nunca consumido antes e durante a pandemia/sem alterações. Participantes com sobrepeso e obesidade foram incluídos na variável “excesso de peso” a partir dos dados autorrelatados de peso e altura, e cálculo do Índice de Massa Corporal. Foram realizadas análises descritivas das variáveis investigadas, bivariadas entre as variáveis desfecho e independente, e análise múltipla no modelo de Regressão de Logística Multinomial das variáveis que apresentaram nível descritivo (valor-p) inferior a 0,20. Os dados foram tabulados com auxílio do programa Statistical Package for Social Sciences (SPSS), versão 18.0. Foram seguidos todos os preceitos éticos determinados pela Resolução nº466, com a aprovação do Comitê de Ética da Universidade Estadual de Montes Claros, mediante parecer consubstanciado nº.4.200.389/2020 e conduzido com autorização da Secretaria Estadual de Ensino de Minas Gerais. Na análise de regressão, constatou-se alterações positivas e negativas no consumo dos alimentos SA (verduras/legumes crus ou cozidos, frutas, feijão e alimentos integrais) e NS (embutidos, alimentos congelados, salgadinhos “de pacote”, doces, refrigerante e/ou suco artificial). Para os SA, verificou-se associação com as variáveis idade, sexo, viver com o companheiro, renda familiar, horas de trabalho por semana, hipertensão, doenças respiratórias e todas as características comportamentais. Para os NS, as variáveis de associação foram todas as relacionadas as características sociodemográficas, condições de saúde, comportamentais, e a variável horas de trabalho por semana. Além de impulsionar novos estudos pós pandemia e seus efeitos a longo prazo na saúde, esta pesquisa abre portas para a implementação de ações que visem a saúde da população docente e a melhoria da qualidade nutricional da alimentação. | |
| local.publisher.country | Brasil | |
| local.publisher.department | ICA - INSTITUTO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS | |
| local.publisher.initials | UFMG | |
| local.publisher.program | Programa de Pós-Graduação em Alimentos e Saúde |