Etnodesign, afrocentricidade e ensino de artes: reflexões a partir dos Adinkra da cultura Akan de Gana

dc.creatorÉrika Rodrigues Coelho
dc.date.accessioned2023-09-05T15:10:35Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:03:32Z
dc.date.available2023-09-05T15:10:35Z
dc.date.issued2023-07-14
dc.description.abstractFaced with a globalized, technological current situation in which the ease of access to images and information is a fact, this work proposes to launch a critical look at the appropriation of images, intangible assets of ethnic groups by design, aiming specifically at design of fashion. From the focus on the ethnicity of the Akan of Ghana, the Adinkra become the core of this study whose objective is the structuring of a pedagogical and artistic practice that manages sensitization, awareness and incitement to otherness in the student-designer graduating from technology in design of fashion. The intention is for this study to be the starting point of a practice that promotes the maintenance of an ethical agency of images within design training, putting in check ethnodesign itself, an antagonistic category to this ethics. The methodology used was the bibliography looking for the approximation of the African ethos via native authors as references and observation point of the African worldview. The proposal drew on the concepts of experience and Afrocentricity as basic elements of the workshop whose collaborative nature provides an effective practice on the subjectivities that enable more ethics regarding the use of images as belonging to the “other”. The results point to the importance of the angle of analysis starting from the source of origin of the image and/or originary culture, the importance of what Larrosa calls “gesture of interruption” as a form of immersion in the culture of the “other”, and attention to the meaning, essence or function that the image may have for the culture of its group, community or people.
dc.description.sponsorshipCAPES - Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/58450
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/pt/
dc.subjectArte - Estudo e ensino
dc.subjectCultura - África
dc.subjectAkan (Povo africano)
dc.subjectEducação - Relações étnicas
dc.subjectArte e tecnologia
dc.subject.otherAdinkra
dc.subject.otherAfrocentricidade
dc.subject.otherDesign
dc.titleEtnodesign, afrocentricidade e ensino de artes: reflexões a partir dos Adinkra da cultura Akan de Gana
dc.typeMonografia de especialização
local.contributor.advisor1Luana Carla Martins Campos Akinruli
local.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/9953266134142337
local.contributor.referee1Samuel Ayobami Akinruli
local.creator.Latteshttps://lattes.cnpq.br/2873905602733047
local.description.resumoDiante de uma atualidade globalizada, tecnológica em que a facilidade de acesso a imagens e informação é um fato, propõe-se com esse trabalho lançar um olhar crítico sobre a apropriação de imagens, bens imateriais de grupos étnicos pelo design visando, em específico, o design de moda. A partir do recorte sobre a etnia dos Akan de Gana, os Adinkra se tornam o cerne desse estudo cujo objetivo é a estruturação de uma prática-pedagógica e artística que maneje sensibilização, conscientização e incitação à alteridade no discente-designer graduando de tecnologia em design de moda. O intuito é que esse estudo seja o ponto inicial de uma prática que promova a manutenção por um agenciamento ético de imagens dentro da formação em design, colocando em xeque o próprio etnodesign, categoria antagônica a essa ética. A metodologia utilizada foi a revisão de literatura procurando a aproximação do ethos africano via autores nativos como referências e ponto de observação da visão de mundo africana. A proposta se valeu dos conceitos de experiência e afrocentricidade como elementos basilares da oficina cujo cunho colaborativo prevê uma prática consciente e crítica sobre as subjetividades, a fim de capacitar os discentes sobre ética no uso de imagens do universo do “outro”. Os resultados apontam a importância do ângulo de análise partir da fonte de origem da imagem e/ou culturas originárias, do que Bondía (2002) chama de “gesto de interrupção” como forma de imersão na cultura do “outro”, além da atenção ao significado, essência ou função que porventura a imagem possui para a cultura de seu grupo, comunidade ou povo.
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0003-4913-7262
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentEBA - ESCOLA DE BELAS ARTES
local.publisher.initialsUFMG
local.publisher.programCurso de Especialização em Ensino de Artes Visuais e Tecnologias Contemporâneas

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