Coordenação do cuidado na atenção primária à saúde: uma análise na atenção à saúde da mulher e da criança

dc.creatorMaria Jesus Barreto Cruz Pires
dc.date.accessioned2020-12-11T15:22:24Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:09:25Z
dc.date.available2020-12-11T15:22:24Z
dc.date.issued2020-08-14
dc.description.sponsorshipFAPEMIG - Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais
dc.description.sponsorshipCAPES - Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/34499
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectAtenção Primária à Saúde
dc.subjectSaúde da Mulher
dc.subjectSaúde da Criança
dc.subjectMecanismos de Avaliação da Assistência à Saúde
dc.subjectEstudo Comparativo
dc.subject.otherCoordenação do cuidado
dc.subject.otherSaúde da mulher
dc.subject.otherSaúde da criança
dc.subject.otherMecanismos de avaliação da assistência à saúde
dc.subject.otherEstudo comparativo
dc.subject.otherTipologia de avaliação da atenção primária
dc.titleCoordenação do cuidado na atenção primária à saúde: uma análise na atenção à saúde da mulher e da criança
dc.typeTese de doutorado
local.contributor.advisor-co1Alaneir de Fátima dos Santos
local.contributor.advisor1Eli Iola Gurgel Andrade
local.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/6869396953297183
local.contributor.referee1Antônio Thomaz Gonzaga da Matta Machado
local.contributor.referee1Antônio Prates Caldeira
local.contributor.referee1Aylene Emília Moraes Bousquat
local.contributor.referee1Liliane da Consolação Campos Ribeiro
local.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/7559091512055824
local.description.resumoA coordenação do cuidado é uma estratégia fundamental para uma assistência à saúde de qualidade, sendo um parâmetro para avaliar a robustez do sistema. Este trabalho teve como objetivo avaliar a coordenação do cuidado na Atenção Primária a Saúde (APS) no Brasil, focando a associação do atributo com a qualidade na atenção nas áreas de saúde da mulher e da criança. Foi realizado um estudo transversal com base no banco de dados da avaliação externa do 2º ciclo do Programa Nacional de Melhoria do Acesso e da Qualidade da Atenção Básica (PMAQ-AB) realizada nos anos de 2013 e 2014, e do 3º ciclo realizada entre os anos de 2018 e 2019, abrangendo equipes de APS distribuídas em todo o território nacional. Em uma primeira etapa, utilizando os dados do 2º ciclo foram analisadas as atividades de coordenação do cuidado realizadas pelas equipes, além das subdimensões referentes à saúde da mulher e da criança. A variável dependente foi o resultado da qualidade da atenção nas áreas de saúde da mulher e da criança e a variável independente foi o nível de coordenação do cuidado. Foram realizadas análises descritivas e aplicados testes de associação. Em uma segunda etapa do estudo, utilizando o banco de dados do 3º ciclo foram elaboradas três tipologias de coordenação do cuidado: PMAQ, Atlas e Observatório. Foram realizadas análises descritivas e aplicados os testes de Qui-Quadrado e Kruskal-Wallis. Na primeira etapa, foram avaliadas 28.056 equipes, 68,5% apresentaram nível baixo de coordenação, sendo que os mais baixos foram encontrados nos estrato 1 (78,5%) e 2 (74,7%). Dentre as regiões, o sudeste apresentou o maior percentual de equipes com alto nível (37,6%) e o norte com nível baixo (89,1%). Em relação à assistência à saúde da mulher, o percentual de equipes com baixo nível (70,3%) foi superior, enquanto para a saúde da criança houve um maior percentual com alto nível (63,3%). Verificou-se que possuir alto nível de coordenação - tanto na saúde da mulher (OR: 20,99) como na saúde da criança (OR: 6,42) - esteve associado a um alto nível de assistência nestas áreas. Na segunda etapa, foram avaliadas 35.350 equipes. Constatou-se diferença significativa (valor-p < 0,001) entre os níveis de coordenação, com predomínio de altos e médios níveis, respectivamente, para os três instrumentos, PMAQ (56,07% e 38,35%), Atlas (52,63% e 40,66%) e o Observatório (44,82% e 43,98%). Na comparação dos indicadores, houve diferença significativa entre as tipologias, com associação significativa (valor-p < 0,001) entre os estratos e os níveis de coordenação. Na comparação entre os indicadores, observou-se que pelo menos um estrato difere dos demais, padrão que se repete nas três tipologias. Pode-se concluir que no segundo ciclo houve predomínio de baixos níveis de coordenação do cuidado, uma associação positiva entre altos níveis de coordenação e altos níveis de assistência, tanto para a saúde da mulher como para a saúde da criança. No terceiro ciclo predominaram altos e médios níveis de coordenação, constataram-se diferenças significativas entre o PMAQ, Atlas e Observatório.
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0003-2735-3909
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentMEDICINA - FACULDADE DE MEDICINA
local.publisher.initialsUFMG
local.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Saúde Pública

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