O papel do otorrinolaringologista no diagnóstico do autismo

dc.creatorMaria Elisa Pereira Mendes
dc.date.accessioned2022-10-19T13:54:08Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:52:54Z
dc.date.available2022-10-19T13:54:08Z
dc.date.issued2022-04-30
dc.description.abstractIn this final work of bibliography review in Autism’s specialization by UFMG, concluded in April 2022, hearing, speech, breathing and sleep disorders and its relationship with autism are discussed. Goal: This works aims to alert professionals involved in diagnosis from autism about the importance of identifying the most common otologic, language, respiratory and sleep disorders. Methods: For a systematic review, this work was divided into four sections. Each of these sections will point out the typical disorders in autism and explain its relationship with the diagnostic. Results: The following points could be observed: 1. The results obtained in many hearing tests from autistic children were, in most cases, equivalent to those presented by typically developing children. Instead of a specific deficit in the auditory function of autistic children located at the level of the middle ear or cochlea, emerging evidence suggests that atypical behaviors in response to sound represents a perceptual disorder mediated at higher levels of the auditory system. 2. Researches that reveals that language acquisition is almost always significantly delayed in autistic children will be here mentioned. Although it may happen that autistic children begin to speak later, the absence of language acquisition by age 5 can be considered as an element of bad prognosis regarding the linguistic possibilities and further cognitive. 3. There are studies about Obstructive Sleep Apnea (OSA) and its relationship with autism. In this work studies show improvement in OSA, as measured by the reduction in the mean AHI (index apnea/hypopnea), and improved quality of life and behavior assessment after adenotonsillectomy. 4. Several studies point behaviors associated with autism including aggression and hyperactivity, which can be exacerbated by reduced sleep. 5. Studies show that vestibular involvement in autism is not as evident as hearing issues. Vestibular issues are rarely reported in autistic children and can not be recognized.
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/46373
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectAutismo
dc.subjectAudiometria
dc.subject.otherAutismo
dc.subject.otherAvaliação auditiva
dc.subject.otherSurdez neurosensorial
dc.subject.otherSono
dc.subject.otherRoncos
dc.titleO papel do otorrinolaringologista no diagnóstico do autismo
dc.typeMonografia de especialização
local.contributor.advisor1Alexandre Hatem Pereira
local.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/5290825925636990
local.contributor.referee1Nayara Caroline Barbosa Abreu
local.contributor.referee1Denise Brandão de Oliveira e Britto
local.description.resumoNesse trabalho de revisão bibliográfica para conclusão do curso de especialização em Autismo pela UFMG em Abril de 2022 são apresentados distúrbios auditivos, da fala, respiratórios, do sono e do equilíbrio e sua relação com o quadro de autismo. Objetivo: Pesquisar alterações auditivas, da linguagem, respiratórias e do sono mais comuns no Autismo e alertar profissionais envolvidos no diagnóstico e tratamento do autismo para a importância de se identificar alterações associadas ao quadro de Autismo. Métodos: O trabalho de revisão sistemática foi dividido em seções onde são descritas pesquisas que apontam as evidências auditivas, respiratórias, da linguagem e do sono e sua realação com o Autismo. Resultados :1. Crianças autistas demonstraram essencialmente resultados equivalentes numa bateria de testes auditivos fisiológicos como aqueles obtidos por crianças com desenvolvimento típico. Ao invés de um déficit específico da função auditiva de crianças autistas localizada a nível da orelha média ou cóclea, evidências emergentes sugerem que comportamentos atípicos em resposta ao som representem uma desordem perceptual mediada nos níveis superiores do sistema auditivo. 2. Há a apresentação de pesquisas que revelam que a aquisição de linguagem é quase sempre atrasada de modo significativo nas crianças autistas. Embora possa acontecer que crianças autistas comecem a falar tardiamente, a ausência de aquisição de linguagem aos 5 anos pode ser considerada como um elemento de mau prognóstico quanto às possibilidades linguísticas e cognitivas ulteriores. 3. Fala-se da Apnéia Obstrutiva do Sono (AOS) e sua relação com o autismo. São apresentados estudos que têm mostrado melhora da AOS, medida pela redução da média de IAH (índice de apnéia/hipopneia) e melhora da qualidade de vida e avaliação de comportamentos após adenoamigdalectomia. 4. Várias pesquisas apontando comportamentos associados ao autismo incluindo agressão e hiperatividade, que podem ser exacerbados por redução do sono. 5. Trabalhos mostram que o envolvimento vestibular no autismo nao está tão evidente quanto as questões auditivas. Questões Vestibulares são pouco relatadas em crianças autistas e podem não ser reconhecidas.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentFAF - DEPARTAMENTO DE PSICOLOGIA
local.publisher.initialsUFMG
local.publisher.programCurso de Especialização em Transtorno do Espectro do Autismo (TEA)

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