Gênero e Matemática: cadeias discursivas e produção da diferença nos artigos acadêmicos publicados no Brasil entre 2009 e 2019

dc.creatorMaria da Conceição Ferreira Reis Fonseca
dc.creatorMaria Carolina da Silva Caldeira
dc.creatorMaria Celeste Reis Fernandes de Souza
dc.date.accessioned2024-01-18T16:10:39Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:32:12Z
dc.date.available2024-01-18T16:10:39Z
dc.date.issued2022
dc.description.abstractThe bibliographic study that supports this paper mapped Education articles on the relations between gender and Mathematics, published in Brazilian academic journals between 2009 and 2019.The analyzed corpus was made up of 25 papers and their analysis sought to show potentials and weaknesses, questions and commitments, ruptures and entanglements that involve two different analytical gender approaches identified in the texts. We distinguished them in two groups: 1. those who use gender as a variable to analyze different aspects that permeate educational processes in relation to mathematics; 2. those who use gender as an analytical category to understand gender and Mathematics relations at school and in other social spaces. The results suggest a growing concern about gender relations in Mathematics Education studies, but they also warn about the risk of such studies being inserted in a citational chain that reiterates principles that presuppose and produce the difference between men and women, boys and girls, concerning mathematical practices. However, they announce possibilities of cracks in this discursive chain, which can lead to more detailed questions and investigations about how the process of difference production takes place on mathematics and gender, and subsidize the reflection on what is taken as a mathematical parameter in these practices. They also point out the need to activate other categories (such as race, ethnicity, sexuality, generation, territory) in their intersection with gender and mathematics, to expand understanding and strengthen the confrontation of inequalities.
dc.format.mimetypepdf
dc.identifier.doihttps://doi.org/10.1590/1980-4415v36n72a02
dc.identifier.issn1980-4415
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/63065
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofBolema
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectRelações de gênero
dc.subjectMatemática
dc.subjectMulheres
dc.subjectEducação - aspectos sociais
dc.subject.otherRelações de gênero
dc.subject.otherMatemática
dc.subject.otherEducação matemática
dc.subject.otherMulheres e homens
dc.titleGênero e Matemática: cadeias discursivas e produção da diferença nos artigos acadêmicos publicados no Brasil entre 2009 e 2019
dc.title.alternativeGender and Mathematics: discursive chains and difference production on academic articles published in Brazil between 2009 and 2019
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.epage46
local.citation.issue72
local.citation.spage19
local.citation.volume36
local.description.resumoO estudo de cunho bibliográfico que subsidia este artigo mapeou a produção no campo da Educação, publicada em periódicos acadêmicos brasileiros entre 2009 e 2019, em que relações entre gênero e matemática são contempladas. Na análise do corpus , constituído por 25 artigos, procuramos mostrar potencialidades e fragilidades, questionamentos e compromissos, rupturas e enredamentos que envolvem duas diferentes abordagens analíticas do gênero, que foram identificadas nos textos e nos fizeram distingui-los em dois grupos: os que utilizam gênero como uma variável para analisar diferentes aspectos que permeiam os processos educativos com relação à matemática; os que utilizam gênero como uma categoria analítica para compreender relações de gênero e matemática na escola e em outros espaços sociais. Os resultados sugerem crescimento das preocupações com relações de gênero em estudos de Educação Matemática, mas, também, alertam para o risco de tais estudos se inserirem em uma cadeia citacional que reitera princípios que pressupõem e produzem a diferença entre homens e mulheres, meninos e meninas, no que concerne a práticas matemáticas. Anunciam, porém, possibilidades de fissuras nessa cadeia discursiva, que podem levar a problematizações e investigações mais detalhadas sobre como se dá o processo de produção da diferença em relação à matemática e ao gênero, e subsidiar a reflexão sobre o que se toma como parâmetro matemático nessas práticas. Apontam, ainda, a necessidade do acionamento de outras categorias (como raça, etnia, sexualidade, geração, território) em sua interseção com gênero e matemática, a fim de ampliar a compreensão e fortalecer o enfrentamento das desigualdades.
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0002-5702-7189
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0003-0668-1989
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0001-6955-5854
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentFAE - DEPARTAMENTO DE MÉTODOS E TÉCNICAS DE ENSINO
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://www.scielo.br/j/bolema/a/sryKBjVmXCLLrjy5rW49bYp/abstract/?lang=pt

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