O espaço autobiográfico em Yukio Mishima
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Editor
Universidade Federal de Minas Gerais
Descrição
Tipo
Dissertação de mestrado
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Primeiro orientador
Membros da banca
Eneida Maria de Souza
Marília Rothier Cardoso
Marília Rothier Cardoso
Resumo
Este trabalho propõe uma leitura de dois livros do escritor japonês Yukio Mishima, Confissões de uma máscara, de 1949, e Sol e aço, de 1968, baseada no conceito de "espaço autobiográfico" formulado por Philippe Lejeune. Após uma breve apresentação da obra de Mishima, são analisadas as modalidades de contratos de leitura presentes nestes livros, destacando existência de "pactos autobiográficos" e "pactos fantasmáticos". Estavelecem-se também correlações da teoria de Lejeune com o conceito de "função-autor" de Michel Foucalt, e com algumas perspectivas da antropologia literária de Wolfgang Iser. Ao fim, lança-se a hipótese de que o livro Sol e aço pertença ao gênero dos "auto-retratos literários" tal como foi descrito por Michel Beaujour.
Abstract
Assunto
Beaujour, Michel, Eu em literatura, Mishima, Yukio, 1925-1970 Confissões de uma mascara Critica e interpretação, Mishima, Yukio, 1925-1970 Sol e aço Critica e interpretação, Autobiografia Historia e critica, Lejeune, Philippe, 1938-, Autobiografia na literatura, Ficção autobiográfica História e crítica
Palavras-chave
Autobiografia, Yukio Mishima