Evolução do relato de sofrer bullying entre escolares brasileiros: pesquisa nacional de saúde do escolar - 2009 a 2015

dc.creatorFlávia Carvalho Maltamello
dc.creatorDeborah Carvalho Malta
dc.creatorMaria Goreth Santos
dc.creatorMarta Maria Alves da Silva
dc.creatorMarta Angélica Iossi Silva
dc.date.accessioned2023-04-10T20:06:33Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:33:01Z
dc.date.available2023-04-10T20:06:33Z
dc.date.issued2018
dc.description.abstractIntroduction: The purpose of this paper was to compare the tendency of bullying across Brazilian capitals, considering the editions of National Scholl Health Survey (PeNSE) 2009, 2012 and 2015, and to describe the prevalence of bullying by sex, age and administrative dependence of the school in the 2015 sample. Methodology: The prevalence of bullying and its 95% confidence interval (95%CI) were assessed per State capital and for all capitals. 95%CI was used to check for differences in the period. In the last edition, two samples were analyzed: sample 1 represents the students of the 9th year of Elementary School and sample 2 holds students from 13 to 17 years of age, from the 6th to 9th grade of Elementary and High Schools. Results: The report of suffering bullying by 9th graders in Brazilian capitals increased from 5.4% (95%CI 5.1 – 5.7), in 2009, to 7.2% (95%CI 6.6 – 7.8), in 2012, staying at 7.4% (95%CI 7.1 – 7.7) in 2015. Descriptive analysis for Brazil showed variation by age, as adolescents aged 13 years suffered more bullying than those aged 14, 15 and 16 years. Boys usually report more this problem than girls, as well as public school students, but with overlapping CI. Discussion: The study pointed 37% increase in the prevalence of bullying between 2009 and 2015 in Brazilian capitals by. Conclusion: This study reiterates that Brazilian schools are still a space for violence reproduction, which makes it urgent to make progress in prevention and minimization of bullying at schools based on the concept of health promotion and integral care.
dc.identifier.doihttps://doi.org/10.1590/1980-549720180015.supl.1
dc.identifier.issn1980-5497
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/51759
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofRevista Brasileira de Epidemiologia
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectBullying
dc.subjectAdolescente
dc.subjectViolência
dc.subjectVulnerabilidade Social
dc.titleEvolução do relato de sofrer bullying entre escolares brasileiros: pesquisa nacional de saúde do escolar - 2009 a 2015
dc.title.alternativeEvolution of the report of suffering bullying among Brazilian schoolchildren: National Scholl Health Survey – 2009 to 2015
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.epage14
local.citation.issueSuppl 1
local.citation.spage1
local.citation.volume21
local.description.resumoIntrodução: O estudo objetivou comparar a tendência de bullying nas capitais brasileiras, considerando as edições da Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar (PeNSE) 2009, 2012 e 2015, e descrever na amostra de 2015 a prevalência do bullying por sexo, idade e dependência administrativa da escola. Metodologia: Foram comparadas as prevalências de sofrer bullying e seus intervalos de confiança de 95% (IC95%), por cada capital e total de capitais. Foram considerados os IC95% para verificar a ocorrência de diferenças no período. Na última edição, foram analisadas duas amostras: a amostra 1 representa os alunos do 9º ano do Ensino Fundamental e a amostra 2, alunos de 13 a 17 anos, estudantes do 6º ao 9º ano do Ensino Fundamental e do 1º ao 3º ano do Ensino Médio. Resultados: O relato de sofrer bullying entre os alunos do 9º ano das capitais brasileiras aumentou de 5,4% (IC95% 5,1 – 5,7), em 2009, para 7,2% (IC95% 6,6 – 7,8), em 2012, e 7,4% (IC95% 7,1 – 7,7), em 2015. Uma análise descritiva do Brasil apontou variação do problema com a idade e que adolescentes de 13 anos sofreram mais bullying que alunos de 14 a 16 anos. Meninos em geral relatam mais esse problema que as meninas, bem como alunos da escola pública, embora com sobreposição dos IC. Discussão: O estudo apontou aumento de 37% da prevalência de sofrer bullying entre 2009 e 2015 nas capitais brasileiras. Conclusão: Reitera-se do estudo que o contexto escolar brasileiro continua sendo um espaço de reprodução da violência, tornando-se urgente avançar na perspectiva de prevenção e minimização das situações de bullying na escola, fundamentada no conceito de promoção da saúde e integralidade do cuidado
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentENF - DEPARTAMENTO DE ENFERMAGEM MATERNO INFANTIL E SAÚDE PÚBLICA
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://www.scielo.br/j/rbepid/a/HnbhYRDZjm6vDhQXpJTdgmP/?lang=pt

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