Proposta de intervenção educativa para a adesão ao tratamento não farmacológico ao portador de HAS no ESF Jardim Paraíso, município Além Paraíba-MG-Brasil

dc.creatorMartha Alicia Portela Rabassa
dc.date.accessioned2019-10-11T14:24:40Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:42:29Z
dc.date.available2019-10-11T14:24:40Z
dc.date.issued2016-07-09
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/30304
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subject.otherEstratégia Saúde da Família
dc.subject.otherHipertensão Arterial Sistêmica
dc.subject.otherPromoção da saúde
dc.subject.otherPrevenção da doença
dc.titleProposta de intervenção educativa para a adesão ao tratamento não farmacológico ao portador de HAS no ESF Jardim Paraíso, município Além Paraíba-MG-Brasil
dc.typeMonografia de especialização
local.contributor.advisor1Nazaré Pellizzetti Szymaniak
local.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/7095963354587177
local.description.resumoA Hipertensão Arterial Sistêmica (HAS) é considerada um dos mais importantes problemas de saúde pública assim como uma das prioridades da atenção básica, pois o controle e tratamento adequado dessa afecção são essenciais para diminuição dos eventos cardiovasculares adversos. O tratamento da HAS baseia-se em medidas não farmacológicas e farmacológicas. Considera-se a adesão ao tratamento o grau de coincidência entre a orientação médica e o comportamento do paciente. No PSF Jardim Paraíso, município Além Paraíba, observou-se dificuldade na adesão dos pacientes hipertensos ao tratamento não farmacológico. O objetivo do estudo é utilizar o tratamento não farmacológico no controle da hipertensão arterial a traves de ações educativas. Para o desenvolvimento desta Intervenção foi utilizado o Método do Planejamento Estratégico Situacional (PES). O processo de intervenção se desenvolve com palestras educativas aos pacientes hipertensos da Unidade Básica de Saúde e ações direcionadas à adesão ao tratamento não farmacológico em pacientes hipertensos, além da discussão sobre estilo de vida dos pacientes. Verificou-se que os fatores de risco da HAS não são suficientemente esclarecidos para população, por isso a necessidade de reforço às orientações aos pacientes pela equipe de saúde visando a promoção da saúde e a prevenção de complicações da HAS durante as consultas na Unidade Básica de Saúde, na visita domiciliar e na intervenção educativa anual.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.initialsUFMG
local.publisher.programCurso de Especialização em Gestão do Cuidado em Saúde da Família Família

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