As despesas municipais em saúde impactam as internações por condições sensíveis à atenção primária (ICSAP)? uma análise em municípios de Minas Gerais

dc.creatorLucas Maia dos Santos
dc.creatorMárcio Augusto Gonçalves
dc.creatorCleopatra Charles
dc.date.accessioned2022-06-03T15:23:38Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:52:53Z
dc.date.available2022-06-03T15:23:38Z
dc.date.issued2016
dc.description.abstractThe aim of this paper was to assess effects of municipal health expenditure on the percentage of ambulatory care sensitive conditions (ACSC). We analyzed 853 municipalities in the state of Minas Gerais in the years 2004 to 2013 by way of a fixed-effects panel model. The results showed that municipal investing on health is important to ACSC percentage variation, along with variables related to basic sanitation and specific individuals such as children and pregnant women. Results also suggest that increasing municipal health investment would not be the most efficient alternative, since it would require a relatively high increase in per-capita health investment in order to obtain a minimum ACSC unit reduction
dc.identifier.doi10.5585/rgss.v5i1.185
dc.identifier.issn23163712
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/42226
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofRevista de Gestão em Sistemas de Saúde RGSS
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectAdministração pública
dc.subjectSistema Único de Saúde (Brasil)
dc.subject.otherSaúde
dc.subject.otherAtenção Básica
dc.subject.otherMunicípios
dc.subject.otherMinas Gerais
dc.subject.otherICSAP
dc.subject.otherPNAB
dc.titleAs despesas municipais em saúde impactam as internações por condições sensíveis à atenção primária (ICSAP)? uma análise em municípios de Minas Gerais
dc.title.alternativeDoes municipal spending on health care have any impact on ambulatory care sensitive conditions (ACSC)? An analysis in cities in the State of Minas Gerais
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.epage75
local.citation.issue1
local.citation.spage62
local.citation.volume5
local.description.resumoO objetivo deste artigo foi avaliar o efeito das despesas municipais de saúde, com foco na atenção básica, na porcentagem de Internações por Condições Sensíveis à Atenção Primária (ICSAP). Por meio de um modelo de efeitos fixos, analisamos a população de 853 municípios do Estado de Minas Gerais, durante os anos de 2004 a 2013. Os resultados mostraram que as despesas municipais em saúde são importantes para a variação da porcentagem de ICSAP, juntamente com variáveis relacionadas a saneamento básico e grupos de indivíduos específicos, especialmente, crianças e gestantes. Os resultados nos remetem à hipótese de que aumentar o investimento municipal em saúde não seria alternativa eficaz, dado que para obter uma redução mínima unitária das ICSAP seria necessário um aumento, relativamente elevado, no nível de investimentos per capita em saúde.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentFCE - DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS ADMINISTRATIVAS
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externadoi:10.5585/rgss.v5i1.185

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