A contribuição da abordagem triangular para a alfabetização

dc.creatorElizabet das Mercês Coelho
dc.date.accessioned2021-10-05T11:30:36Z
dc.date.accessioned2025-09-09T01:15:55Z
dc.date.available2021-10-05T11:30:36Z
dc.date.issued2020-02-29
dc.description.abstractEvery child goes through levels of knowledge and maturity to be literate. This research aims to analyze whether the Triangular Approach can assist in the child's development for literacy. Knowing history, making art and knowing how to appreciate a work, are the paths of Ana Mae Barbosa's Triangular Approach proposal for the development of thought, language and writing. In this work, the studies by Emília Ferreiro and Piaget describe levels and phases of the development of children's writing and drawing. The research also relies on authors like VYGOTSKY who say that gestures have the meaning of writing in the air; NICOLAU says that the first traces represent the beginning of the expression that will lead the child to drawing, painting and also writing; AX that the Triangular Approach draws a scenario of interrelated fields of knowledge, NOVAES, which points out that when using the image to express itself, the child starts the literacy of his gaze, developing, building and improving a repertoire of visual and sensory symbols that will help you to read the world symbolically; OSTROWER that points out that producing art from expressive and concrete languages, allows children to understand by assigning sense and meaning; PEREIRA who talks about reading skills that require the subject to master the structuring codes and their formal relationships; PERONDI who comments that the drawings are inspired by experiences already lived; DERDYK who says that the drawing expresses the desire for representation, and LOWENFELD tells us about the procedures of the doodles. Thus, thinkers defend the hypothesis of learning in an active and creative way.
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/38271
dc.languagepor
dc.language.isoother
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by/3.0/pt/
dc.subjectArte - Estudo e ensino
dc.subjectDesenho infantil
dc.subjectAlfabetização
dc.subjectEducação de crianças
dc.subject.otherAbordagem Triangular
dc.subject.otherEducação infantil
dc.subject.otherDesenho e alfabetização
dc.titleA contribuição da abordagem triangular para a alfabetização
dc.typeMonografia de especialização
local.contributor.advisor1Andréa de Paula Xavier Vilela
local.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/5559474272450379
local.contributor.referee1Patrícia de Paula Pereira
local.description.resumoToda criança passa por níveis de conhecimento e maturidade para ser alfabetizada. A presente pesquisa tem o objetivo de analisar se a Abordagem Triangular pode auxiliar no desenvolvimento da criança para a alfabetização. Conhecer a história, fazer arte e saber apreciar uma obra, são os caminhos da proposta da Abordagem Triangular de Ana Mae Barbosa para o desenvolvimento do pensamento, linguagem e escrita. Neste trabalho são considerados os estudos de segundo Emília Ferreiro e Piaget descrevem níveis e fases do desenvolvimento da escrita e do desenho infantil. A pesquisa também se apoia em autores como VYGOTSKY que diz que os gestos têm o significado de uma escrita no ar; NICOLAU conta que os primeiros traçados representam o início da expressão que conduzirá a criança ao desenho, a pintura e também a escrita; MACHADO que a Abordagem Triangular desenha um cenário de campos de conhecimento inter-relacionados, NOVAES que aponta que ao usar a imagem para se expressar, a criança vai iniciando a alfabetização do seu olhar, desenvolvendo, construindo e aprimorando um repertório de símbolos visuais e sensoriais que a ajudará a ler o mundo de forma simbólica; OSTROWER que aponta que produzir arte a partir das linguagens expressivas e concretas, permite a compreensão das crianças atribuindo sentido e significado; PEREIRA que nos fala sobre competências de leitura que requerem do sujeito o domínio dos códigos estruturantes e suas relações formais; PERONDI que comenta que os desenhos são inspirados em experiências já vividas; DERDYK que diz que o desenho manifesta o desejo da representação, e LOWENFELD nos fala sobre os procedimento das garatujas. Dessa forma os pensadores defendem a hipótese de um aprendizado de modo ativo e criativo.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentEBA - ESCOLA DE BELAS ARTES
local.publisher.initialsUFMG
local.publisher.programCurso de Especialização em Ensino de Artes Visuais e Tecnologias Contemporâneas

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