Jovens LGBTQIA+ negros/as e as resistências aos neoconservadorismos: narrando dissidências

dc.creatorJaime Peixoto da Silva
dc.date.accessioned2024-11-08T15:00:09Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:17:23Z
dc.date.available2024-11-08T15:00:09Z
dc.date.issued2022-08-29
dc.description.abstractThe strengthening of neoconservatism in the last decade has intensified racism and violence, tensioning the debate around disputes between life and death, between security and vulnerability. So, in what ways can refusals to the trivialization of dissident lives be produced? This work deals with an investigation that focuses on life narratives by inviting a group of three black LGBTQIA+ young people living in the city of Belo Horizonte to say how they create ways of experiencing their gender, their sexuality and their race in times of political neoconservatism and morals. The aim is to find out in what ways these young dissidents have managed/claimed their appearance in the public space in times of a strengthening of the conservative and precarious machinery of dissident lives and what are the effects of this on their ethical modes of existence. The strategies used by research participants to create more viable ways of life were understood in this thesis in terms of what Foucault (1984) called modes of existence, that is, “the way in which subjects submit themselves more or less completely to to a principle of conduct; by which they obey or resist an interdiction or a prescription; by which they respect or neglect a set of values” (FOUCAULT, 1984, p.26) and invent strategies to live. These are ethical behaviors that show the subjects' relationship with the norm, by engendering resistance to the rules and moral values ​​of society, and also with their relationship with themselves, by creating possibilities for resistance.
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/77917
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/pt/
dc.subjectEducação
dc.subjectPessoas LGBTQ+
dc.subjectJovens negros
dc.subjectCiência politica - Filosofia
dc.subjectSexualidade
dc.subjectIdentidade de gênero
dc.subject.otherJovens LGBTQIA+ negros/as
dc.subject.otherNeoconservadorismos
dc.subject.otherResistências
dc.subject.otherDissidências
dc.titleJovens LGBTQIA+ negros/as e as resistências aos neoconservadorismos: narrando dissidências
dc.title.alternativeBlack LGBTQIA+ young people and resistance to neoconservatism: narrating dissidency
dc.typeTese de doutorado
local.contributor.advisor1Shirley Aparecida de Miranda
local.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/3847776763284981
local.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/8996889821310031
local.description.resumoO fortalecimento dos neoconservadorismos na última década intensificou racismos e violências, tencionando o debate em torno das disputas entre vida e morte, entre segurança e vulnerabilidade. Assim, de que modos podem ser produzidas recusas à banalização das vidas dissidentes? Este trabalho trata de uma investigação que se debruça sobre narrativas de vidas ao convidar um grupo de três jovens LGBTQIA+ negros/as residentes na cidade de Belo Horizonte a dizerem como criam meios de vivenciar seu gênero, sua sexualidade e sua raça em tempos de neoconservadorismos políticos e morais. Busca-se saber de que modos tais jovens dissidentes tem administrado/reivindicado sua aparição no espaço público em tempos de um fortalecimento da maquinaria conservadora e precarizante das vidas dissidentes e quais os efeitos disso em seus modos éticos de existência. As estratégias usadas pelos/as participantes da pesquisa para criar modos mais viáveis de vida foram entendidas nesta tese nos termos do que Foucault (1984) chamou de modos de existência, ou seja, “a maneira pela qual os sujeitos se submetem mais ou menos completamente a um princípio de conduta; pela qual obedecem ou resistem a uma interdição ou a uma prescrição; pela qual respeitam ou negligenciam um conjunto de valores” (FOUCAULT, 1984, p.26) e inventam estratégias para viver. Trata-se de comportamentos éticos que evidenciam a relação dos sujeitos com a norma, ao engendrar resistências às regras e aos valores morais da sociedade, e, também, com a relação deste/a consigo mesmo/a, ao criarem possibilidades de resistências.
local.identifier.orcid0000-0002-3799-2678
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentFAE - FACULDADE DE EDUCAÇÃO
local.publisher.initialsUFMG
local.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Educação - Conhecimento e Inclusão Social

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