Identificação dos polimorfismo do antígeno 1 de membrana apical (AMA1) de plasmodium vivax em isolados brasileiros.

dc.creatorPriscila Grynberg
dc.date.accessioned2019-08-13T12:59:41Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:11:35Z
dc.date.available2019-08-13T12:59:41Z
dc.date.issued2007-02-26
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/SAGF-765JDT
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectPlasmodium vivax
dc.subjectTrombocitopenia
dc.subjectPolimorfismo (Genética)
dc.subjectMalária
dc.subject.otherPlasmodium vivax
dc.subject.otherTrombocitopenia
dc.subject.otherPolimorfismo
dc.subject.otherVariação antigênica
dc.subject.otherMalária
dc.subject.otherAntígeno 1 de Membrana Apical (AMA-1)
dc.titleIdentificação dos polimorfismo do antígeno 1 de membrana apical (AMA1) de plasmodium vivax em isolados brasileiros.
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor1Erika Martins Braga
local.contributor.referee1Cristiana Ferreira Alves de Brito
local.contributor.referee1Daniella Castanheira Bartholomeu
local.description.resumoRESUMOEstudos da diversidade populacional dos parasitos causadores da malária apresentam grande significado prático para o desenvolvimento de possíveis estratégias de controle da doença como, por exemplo, o desenvolvimento de uma vacina anti-malárica. O antígeno de membrana apical (AMA-1) é uma proteína integral de membrana do tipo 1 presente em todas as espécies de Plasmodium já examinadas. O seu gene é altamente conservado, porém exibe diversidade alélica. Acredita-se que este antígeno possui um papel no início do processo de invasão do eritrócito, podendo ser diretamente responsável pela reorientação do merozoíto, ou pode iniciar o contato entre o parasito e o eritrócito. Diversos trabalhos sobre a diversidade gênica de AMA-1 de Plasmodium vivax já foram publicados, porém há uma escassez de trabalhos realizados na América Latina, incluindo o Brasil. O objetivo desse trabalho foi caracterizar molecularmente a diversidade genética do domínio polimórfico do gene PvAMA-1 em populações de P. vivax isoladas de pacientes provenientes de diferentes áreas endêmicas e expostos a diferentes situações epidemiológicas de transmissão na Amazônia Brasileira.Para isso, 233 amostras de 193 pacientes que adquiriram as infecções maláricas nos estados do Mato Grosso, Acre, Amazonas, Pará, Rondônia e Roraima foram submetidas à extração de DNA. Em seguida, o gene codificador para o domínio I da proteína AMA-1 de P. vivax foi amplificado por meio de uma nested-PCR. Os produtos amplificados, após terem sido visualizados em um gel de poliacrilamida 6%, foram purificados, seqüenciados no MegaBace e posteriormente analisados.O seqüenciamento do gene PvAMA-1 de isolados brasileiros revelou 10 novos sítios nucleotídicos polimórficos, que levaram à mudanças de aminoácidos e à duas substituições sinônimas. Além disso, a diversidade do gene PvAMA-1 nos isolados brasileiros mostrou-se menor quando comparada à diversidade encontrada na África, Ásia e Ocenia. Não foram vistas diferenças de diversidade entre os estados brasileiros, ao contrário do observado em outras regiões. Determinados alelos mostraram alto coeficiente de associação com a contagem de plaquetas circulantes em pacientes com malária vivax aguda, indicando que a presença desta variante do antígeno pode ser um importante indicador de morbidade.
local.publisher.initialsUFMG

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