Resistência à insulina em Comunidades Rurais do Vale do Jequitinhonha - Minas Gerais

dc.creatorLarissa Loures Mendes
dc.date.accessioned2019-08-11T07:23:02Z
dc.date.accessioned2025-09-09T01:20:05Z
dc.date.available2019-08-11T07:23:02Z
dc.date.issued2008-01-31
dc.description.abstractThe insulin resistance can be defined by a diminished response to the biological actions of the insulin. This abnormality occurs mainly due to an improper action of this hormone in peripheral tissues such as: fat, muscular and liver tissues. Some studies has shown that the fat tissue acts increasing the demand for insulin and at the same time creating a resistance to it, and this leads to glycemia increase, and consequently leads to hyperinsulinemia; this can progress to type 2 diabetes. The purpose of this study was to verify the association of anthropometric, biochemical, and hemodynamics indicators with the insulin resistance in adults in two rural communities of Vale do Jequitinhonha, Minas Gerais. The sample was composed by individuals with 18 years of age or older, from both sex and living at least two years at the community. Pregnant women and diabetic individuals were excluded. Data collection included demographic, lifestyle, hemodynamics, anthropometric, body composition and biochemical variables. Data was processed in Statistical Software for Professionals (STATA) 9.0. From the 567 individuals, 50.4% were men and 49.6% were women, the age varied between 18 and 94 years. The major part of the people consisted of individuals of black skin (75.7%), lived with their couple (69.3%), had a low educational level, they were not either smokers or had the habit of drink alcoholic drinks. In this search 24.2% of the studied population was resistant to insulin, 17.4% presented overweight, and 5.5% were obese. By the multivariate analysis we could see that for adults, non diabetic, with low socioeconomic and educational level, the factors associated to the insulin resistance were overweight and obesity, the waist to hip ratio increase, reactive protein C and the individuals skin color.
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/GCPA-7CVNMF
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectBrasil
dc.subjectEstilo de Vida
dc.subjectFatores Socioeconômicos
dc.subjectPopulação Rural
dc.subjectEnfermagem
dc.subjectAntropometria
dc.subjectResistência à insulina
dc.subject.otherPopulação Rural
dc.subject.otherResistência a Insulina
dc.subject.otherSobrepeso
dc.subject.otherObesidade
dc.subject.otherComposição Corporal
dc.titleResistência à insulina em Comunidades Rurais do Vale do Jequitinhonha - Minas Gerais
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor1Jorge Gustavo Velasquez Melendez
local.contributor.referee1Silvia Nascimento de Freitas
local.contributor.referee1Joao Paulo Amaral Haddad
local.description.resumoA resistência à insulina pode ser definida como uma resposta diminuída às ações biológicas da insulina. Tal anormalidade ocorre principalmente devido à ação defeituosa desse hormônio em tecidos periféricos como: tecido adiposo, muscular e hepático. Estudos têm demonstrado que o tecido adiposo atua aumentando a demanda por insulina e, ao mesmo tempo, criando resistência a essa, ocasiona aumento na glicemia e conseqüente hiperinsulinemia; isso potencialmente pode resultar no desenvolvimento do diabetes tipo 2. Este estudo foi desenvolvido com o objetivo de verificar a associação de indicadores antropométricos, bioquímicos e hemodinâmicos com a resistência à insulina em adultos de duas comunidades rurais do Vale do Jequitinhonha, Minas Gerais. A amostra foi constituída por indivíduos com idade maior ou igual a 18 anos de ambos os sexos e com pelo menos dois anos de residência no local. Foram excluídas mulheres grávidas e diabéticos. A coleta de dados incluiu variáveis demográficas, de estilo de vida, hemodinâmicas, antropométricas e bioquímicas. Os dados foram processados e analisados por meio do programa Statistical Software for Professional (STATA), versão 9.0. Dos 567 participantes, 50,4% eram homens e 49,6%, mulheres, a idade variou entre 18 e 94 anos. A maioria das pessoas tinha a cor de pele parda/negra (75,7%), vivia com seus cônjuges (69,3%), possuía baixo nível educacional, não era tabagista e tampouco possuía o hábito de ingerir bebida alcoólica. Neste trabalho 24,2% da população estudada era resistente à insulina, 17,4% apresentavam sobrepeso e 5,5%, obesidade. Pela análise multivariada observou-se que, para os indivíduos adultos, não diabéticos, com baixo nível socioeconômico e educacional, os fatores associados à resistência à insulina foram o sobrepeso e a obesidade, o aumento da razão cintura/quadril, a proteína C-reativa e a cor de pele das pessoas.
local.publisher.initialsUFMG

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