Avaliação de vacinas contra brucelose bovina no Brasil

dc.creatorKarina Leite Miranda
dc.date.accessioned2019-08-11T05:09:26Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:37:57Z
dc.date.available2019-08-11T05:09:26Z
dc.date.issued2009-02-16
dc.description.abstractThe present work aimed to study the vaccines approved by the PNCEBT in Brazil. The first objective was to evaluate the growth of B. abortus strains on media containing different inhibitor agents in order to differentiate the vaccine strains S19 and RB51 from challenge strains and other field isolates, concluding that rifampicin, erythritol and thionin are good inhibitor agents. The second aim was to evaluate different strains of mice (CD-1, BALB-c and Swiss), and challenge strains (544 and 2308), in the immunogenicity tests of S19 and RB51 vaccines. This experiment demonstrated that both challenge strains can be used in immunogenicity tests of S19 and RB51, as well as the three strains of mice; however the use of BALB-c requires more studies. The third study aimed to compare the biological properties (immunogenicity and residual virulence) and genotypic profile of eight S19 vaccines commercialized in Brazil with the reference S19 (USDA). This study comproved that all S19 vaccines commercialized in Brazil show adequate biological properties when compared to the reference vaccine strain. The last goal of this study was to evaluate the shedding of B. abortus in the milk of cows vaccinated with RB51. The milk of vaccinated animals was tested by culture and PCR up to 63 days after vaccination and only one sample of milk was positive in PCR, on the first day after vaccination. Thus, the spread of RB51 by milk seems not to be a public health problem, but pasteurization of the milk is highly recommended. In conclusion, Brazil has great tools to control brucellosis
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/SSLA-7VPJ3M
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectVeterinária
dc.subjectBrucelose em bovino Controle
dc.subjectBovino de leite Doenças
dc.subjectBrucelose em bovino Vacinação
dc.subjectVacinação de animais
dc.subject.othercontrole de vacinas
dc.subject.otherBrucelose bovina
dc.subject.otherB19
dc.subject.otherRB51
dc.titleAvaliação de vacinas contra brucelose bovina no Brasil
dc.typeTese de doutorado
local.contributor.advisor-co1Renato de Lima Santos
local.contributor.advisor-co1Fernando Padilla Poester
local.contributor.advisor1Andrey Pereira Lage
local.contributor.referee1Francisco Carlos Faria Lobato
local.contributor.referee1Luis Ernesto Samartino
local.contributor.referee1Luiz Antônio Mathias
local.contributor.referee1Giovanna Ivo Andrade
local.description.resumoO trabalho objetivou estudar as vacinas aprovadas pelo PNCEBT. Avaliou-se o crescimento de amostras de B. abortus em meios contendo diferentes agentes inibidores a fim de diferenciar as amostras vacinais B19 e RB51 de amostras-desafio e de outros isolados de campo, concluindo que rifampicina, eritritol e tionina são bons agentes inibidores. O segundo objetivo foi avaliar diferentes linhagens de camundongo (CD-1, BALB-c e Suíço) e amostras-desafio (544 e 2308) em testes de imunogenicidade das vacinas B19 e RB51. O experimento demonstrou que ambas amostras-desafio podem ser utilizadas para tal, bem como as três linhagens de camundongos, porém o uso de BALB-c requer mais estudos. O terceiro estudo objetivou a comparação das propriedades biológicas (imunogenicidade e virulência residual) e perfil genotípico de oito vacinas B19 comercializadas no Brasil com a B19 de referência obtida do USDA. Comprovou-se que todas as vacinas B19 comercializadas no país apresentam propriedades biológicas adequadas. Por último avaliou-se a liberação de B. abortus no leite de vacas vacinadas com RB51. O leite das vacas vacinadas foi testado por cultivo e PCR até 63 dias pós-vacinação e apenas uma amostra de leite foi positiva no PCR, no dia 1 pós-vacinação. A eliminação de RB51 no leite parece não representar um problema de saúde pública, no entanto, recomenda-se a pasteurização. Concluindo, o Brasil tem ótimas ferramentas para o controle da brucelose
local.publisher.initialsUFMG

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