Prevalência de tabagismo entre professores da Educação Básica no Brasil, 2016

dc.creatorRose Elizabeth Cabral Barbosa
dc.creatorGiovanni Campos Fonseca
dc.date.accessioned2023-01-06T14:44:11Z
dc.date.accessioned2025-09-09T01:18:15Z
dc.date.available2023-01-06T14:44:11Z
dc.date.issued2019
dc.description.abstractThis cross-sectional study investigated the prevalence of smoking and associated factors in a nationally representative sample of 6,510 Brazilian schoolteachers. Data were obtained from telephone interviews using a questionnaire on sociodemographic information, health status, work absenteeism, and the characteristics of teaching work. Smoking was analyzed as a dichotomous variable using univariate and multivariate logistic regression. Overall smoking prevalence was 4.4%. Prevalence in men was 5.9% and was higher in those over 55 years of age (10.7%). Prevalence in women was 3.5% and was higher from 45 to 54 years of age (5.5%). The final multivariate model showed a negative association between smoking and female gender (OR = 0.46), being married or living with partner (OR = 0.53), occasional voice problems at work (OR = 0.64), and longer commuting time to and from school (OR = 0.58). The results showed positive associations between smoking and older age (OR = 2.59), living in the South (OR = 1.98) and Southeast Brazil (OR = 2.07), insufficient physical activity (OR = 1.66), and use of anxiolytics or antidepressants (OR = 2.46). Prevalence of smoking in Brazilian schoolteachers was relatively low. Unexpectedly, although cited as inadequate by the teachers, work conditions and demands in the schools did not reach statistical significance with smoking in the current study.
dc.description.sponsorshipCNPq - Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico
dc.description.sponsorshipOutra Agência
dc.identifier.doihttps://doi.org/10.1590/0102-311X00180217
dc.identifier.issn1678-4464
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/48760
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofCadernos de Saúde Pública
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectFumo - Vício
dc.subjectProfessores de ensino de primeiro grau
dc.subjectAmbiente de trabalho
dc.subjectEstudos transversais
dc.subject.otherFumar
dc.subject.otherProfessores escolares
dc.subject.otherEstudos transversais
dc.titlePrevalência de tabagismo entre professores da Educação Básica no Brasil, 2016
dc.title.alternativePrevalence of smoking in Brazilian Schoolteachers, 2016
dc.title.alternativePrevalencia del tabaquismo entre profesores de Educación Básica en Brasil, 2016
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.spagee00180217
local.citation.volume35
local.description.resumoEstudo transversal que investigou a prevalência e os fatores associados ao tabagismo em uma amostra aleatória e representativa de 6.510 professores da Educação Básica brasileira. Os dados foram obtidos por meio de questionários aplicados por telefone, contendo informações sociodemográficas, estado de saúde, afastamentos do trabalho e características do trabalho docente. O tabagismo foi analisado como variável dicotômica por meio de regressão logística univariada e multivariada. A prevalência de fumantes atuais foi de 4,4%. Entre os homens, a prevalência foi de 5,9%, sendo maior na faixa etária acima de 55 anos (10,7%). Para as mulheres, a taxa foi de 3,5% e maior na faixa etária entre 45 e 54 anos (5,5%). O modelo final da análise multivariada evidenciou associação negativa entre tabagismo e sexo feminino (OR = 0,46), viver acompanhado (OR = 0,53), problemas ocasionais no trabalho por causa da voz (OR = 0,64) e maior tempo de deslocamento entre a casa do professor e a escola (OR = 0,58). Foi encontrada associação positiva entre o desfecho e maior idade (OR = 2,59), viver nas regiões Sul (OR = 1,98) e Sudeste (OR = 2,07), insuficiência de atividades físicas (OR = 1,66) e o uso de ansiolíticos ou antidepressivos (OR = 2,46). A prevalência de tabagismo entre os professores da Educação Básica no Brasil foi relativamente baixa. Contrariamente ao esperado, apesar de indicadas como inadequadas pelos entrevistados, condições e demandas de trabalho nas escolas não alcançaram significância estatística em relação ao tabagismo no presente estudo.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentICA - INSTITUTO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://www.scielo.br/j/csp/a/zSXhypfRpRfzDBxrnXvqGYN/abstract/?lang=pt

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