Caminhabilidade e envelhecimento saudável: uma proposta de análise para cidades brasileiras de pequeno e médio porte

dc.creatorAline Siqueira Fogalvegi
dc.creatorElpídio Inácio Fernandes Filho
dc.creatorMilene Cristine Pessoa
dc.creatorKarla Lisboa Ramos
dc.creatorAndréia Queiroz Ribeiro
dc.date.accessioned2024-02-15T19:14:11Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:28:29Z
dc.date.available2024-02-15T19:14:11Z
dc.date.issued2020
dc.description.abstractEvidence has shown that urban environments that discourage walking contribute to functional incapacity in the elderly. Various indices have been proposed to describe an area’s walkability, combining different aspects of the built environ ment that promote (or inhibit) walking. However, due to problems with the quality and availability of data in Brazil, there is no walkability index to date applies to all cities of the country and that has been properly tested in the population. The current study aimed to propose a walkability index based on geographic information systems for a medium sized city, with open-access data, and to test its as sociation with functional incapacity in the elderly. The study used data from the urban area of a medium-sized Brazilian city to select aparsimonious set of variables through factor analysis. The resulting index was tested for its association with the capacity to perform activities of daily living that require more movement, in 499 elderly, using generalized estimating equations. The resulting walkability index consists of residential density, commercial density, street connectivity, presence of sidewalks, and public lighting. These variables comprised the first factor in the factor analysis, excluding only arborization which was retained in the second factor. The worst walkability score was associated with the highest functional incapacity score. Based on the results and their validation, the study suggests an easily applicable walkability in dex with great potential for use in action plans to adapt environments.
dc.format.mimetypepdf
dc.identifier.doi10.1590/0102-311x00215218
dc.identifier.issn16784464
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/63992
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofCiência & Saúde Coletiva
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectIdoso
dc.subjectEnvelhecimento Saudável
dc.subjectLimitação da Mobilidade
dc.subjectMeio Ambiente e Saúde Pública
dc.subjectSaúde do Idoso
dc.subject.otherIdoso
dc.subject.otherEnvelhecimento Saudável
dc.subject.otherLimitação da Mobilidade
dc.subject.otherMeio Ambiente e Saúde Pública
dc.subject.otherSaúde do Idoso
dc.titleCaminhabilidade e envelhecimento saudável: uma proposta de análise para cidades brasileiras de pequeno e médio porte
dc.title.alternativeWalkability and healthy aging: an analytical proposal for small and medium-sized Brazilian cities
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.epage15
local.citation.issue3
local.citation.spage1
local.citation.volume36
local.description.resumoHá evidências de que ambientes urbanos que desestimulam a caminhada contribuem para a incapacidade funcional de idosos. Vários índices foram propostos para descrever a caminhabilidade de uma área combinando aspectos do ambiente construído que promovem ou inibem a caminhada. No entanto, devido a problemas de qualidade e disponibilidade de dados no Brasil, até o momento não há um índice de caminhabilidade aplicável a todas as cidades do país e devidamente testado na população. O objetivo deste estudo foi propor um índice de caminhabilidade baseado em sistemas de informação geográfica para uma cidade de médio porte, com dados de livre acesso, bem como testar sua associação com a incapacidade funcional em idosos. Foram usados os dados da área urbana de um município de médio porte para selecionar um conjunto parcimonioso de variáveis por meio de análise fatorial. O índice obtido foi testado em relação à sua associação com a capacidade para a realização de atividades de vida diária que requerem maior movimentação, em 499 idosos utilizando equações de estimativas generalizadas. O índice de caminhabilidade resultante foi composto por densidade residencial, densidade comercial, conectividade de ruas, presença de calçadas e iluminação pública. Essas variáveis compuseram o primeiro fator da análise fatorial, excluindo-se apenas a arborização que ficou retida no segundo fator. Verificou-se que o pior escore de caminhabilidade estava associado ao maior escore de incapacidade funcio nal. Com base nos resultados e na validação deles, o estudo sugere um índice de caminhabilidade facilmente aplicável com grande potencial de uso em planos de ação para adequar os ambientes
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentENF - DEPARTAMENTO DE NUTRIÇÃO
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://doi.org/10.1590/0102-311X00215218

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