Modelo de infecção gastrintestinal e o papel do LPS, urease e sistema de secreção do tipo 4 da Brucella melitensis em camundongos

dc.creatorTatiane Alves da Paixao
dc.date.accessioned2019-08-13T13:25:38Z
dc.date.accessioned2025-09-09T01:33:33Z
dc.date.available2019-08-13T13:25:38Z
dc.date.issued2009-04-16
dc.description.abstractHuman brucellosis is caused mainly by Brucella melitensis, which is often aquired by ingesting contaminated goat or sheep milk and cheese. Bacterial factors required for oral infection by B. melitensis are poorly understood. In this study, a mouse model of gastrointesinal infection was developed to assess the roles of the urease, type IV secretion system (T4SS), and lipopolysaccharide (LPS) for establishing infection through the digestive tract. Female BALB/c mice were inoculated intragastrically by gavage with 1x1010 CFU of wild type B. melitensis strain 16M or mutant strains. Tissue samples were collected for CFU counting. B. melitensis 16M was consistently recovered from the mesenteric lymph node, spleen, and liver beginning at 3 or 7 dpi. In the gut, a marked decline of CFU numbers was observed up to 21 dpi. No inflammatory lesions were observed in ileum or colon during infection. Mutant strains carrying deletion of the urease subunits protein of the ure1 operon, deletion of virB2, or deletion of pmm were constructed and compared at wild type strain. ure1 mutant was attenuated in the spleen (p<0.05) whereas virB2, and pmm mutants were attenuated in the spleen (p<0.05) and mesenteric lymph node (p<0.001). Wild type and mutant strains had similar resistance to low pH and 5 or 10% bile suggesting that the reduced colonization of mutants was not the result of reduced resistance to acid pH or bile salts. These results indicate that urease, T4SS and LPS are required for wild type infection levels of B. melitensis through the digestive tract
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/SSLA-7V2K5M
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectBrucelose
dc.subjectCamundongo como animal de laboratório
dc.subjectUrease
dc.subject.otherfatores de virulência
dc.subject.otherinfecção gastrintestinal
dc.subject.othermodelo murino
dc.subject.otherBrucella melitensis
dc.titleModelo de infecção gastrintestinal e o papel do LPS, urease e sistema de secreção do tipo 4 da Brucella melitensis em camundongos
dc.typeTese de doutorado
local.contributor.advisor1Renato de Lima Santos
local.contributor.referee1Ernane Fagundes do Nascimento
local.contributor.referee1Erica Azevedo Costa
local.contributor.referee1Marcos Bryan Heinemann
local.contributor.referee1Alcina Vieira de Carvalho Neta
local.description.resumoA brucelose humana é causada principalmente pela infecção por Brucella melitensis adquirida frequentemente através da ingestão de leite e produtos derivados de cabra ou ovelhas. Fatores de virulência bacterianos requeridos durante a infecção oral por B. melitensis são pouco investigados. Neste estudo, um modelo de infecção gastrintestinal em camundongo foi desenvolvido para verificar o papel da urease, do sistema de secreção do tipo 4 (SST4) e do lipopolissacarídeo (LPS) no estabelecimento da infecção por B. melitensis. Camundongos BALB/c fêmeas foram inoculados intragastricamente por sonda gástrica com 1x1010 UFC de amostra virulenta de B. melitensis 16M ou amostras mutantes, sendo que fragmentos de órgãos foram coletados para bacteriologia. B. melitensis 16M foi consistentemente isolada de linfonodo mesentérico, baço e fígado a partir do 3º ou 7º dpi. Ocorreu diminuição marcante e progressiva no número de UFC no intestino até 21 dpi. Nenhuma lesão inflamatória foi observada no íleo ou cólon durante a infecção. Amostras mutantes carreando deleção da subunidade do ure1 operon, deleção do virB2, ou deleção do pmm foram construídos e comparadas com amostra virulenta 16M. O mutante ure1 foi atenuado no baço (p<0,05). Já os mutantes virB2 e pmm foram atenuados no baço (p<0,05) e linfonodo mesentérico (p<0,001). Amostra virulenta e amostras mutantes tiveram resistência semelhante em baixo pH e sais biliares sugerindo que a reduzida colonização pelos mutantes não foi resultado de resistência reduzida a pH ácido e a sais biliares. Os resultados indicam que urease, SST4 e LPS são requeridos para infecção de B. melitensis via trato digestivo
local.publisher.initialsUFMG

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