Entre ética e estética Freudianas: a função do belo e do sublime n' "A ética da psicanálise" de J. Lacan

dc.creatorRam Avraham Mandil
dc.date.accessioned2019-08-10T19:01:40Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:26:03Z
dc.date.available2019-08-10T19:01:40Z
dc.date.issued1993-12-03
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/BUBD-9RVKBE
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectLacan, Jacques, 1901-1981 Ética da psicanálise
dc.subjectFreud, Sigmund, 1856-1939
dc.subjectPsicanálise
dc.subjectEstetica
dc.subjectFilosofia
dc.subjectÉtica
dc.subject.otherFilosofia
dc.titleEntre ética e estética Freudianas: a função do belo e do sublime n' "A ética da psicanálise" de J. Lacan
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor1Rodrigo Antonio de Paiva Duarte
local.contributor.referee1Lucia Castello Branco
local.contributor.referee1Jose Newton Garcia de Araujo
local.description.resumoA fim de detectar os efeitos desse Seminário sobre a ética da psicanálise, sobretudo em sua perspectiva estética, e autorizados por uma afirmação de Lacan, na qual confessa ser este um Seminário que pode situar-se "entre ética e estética freudianas", é que nas dispusemos a seguir alguns passos no sentido de apreender o que ai está em jogo. O primeiro desses passos é a tentativa de localização da noção freudiana de sublimação, entendida como a vertente propriamente estética de sua teoria das pulsões. Essa apreensão da sublimação nos textos de Freud irá privilegiar a questão da satisfação ai envolvida, uma vez que a sublimação é identificada como uma das vias possíveis de encontro dessa satisfação. Nossa intenção aqui é de nos aproximarmos desse termo considerado chave, tanto para a definição dos marcos de uma ética da psicanálise, quanto para a apreensão de uma estética a ela vinculada. Nosso segundo passo nessa dissertação irá procurar identificar aquilo que Lacan nomeia, em seu Seminário-livro 7, como "o problema da sublimação". Acompanharemos aqui o esforço lacaniano recuperação da dignidade conceitual da sublimação, o reconhecimento dos problemas trazidos desde sua postulação por Freud e o papel que irá desempenhar na construção de uma perspectiva ética da psicanálise, que não se confunde com as orientações normatizadoras dadas até então pela maioria dos seguidores de Freud. Os passos seguintes procuram localizar as balizas do diálogo de Lacan com a tradição filosófica, sobretudo com relação aos temas da Estética. É assim que, no Capítulo III, iremos detectar aquilo que Lacan estabelece como função ética do Belo, circunscrita pelo campo psicanalítico. Essa função tomará sua medida seja em relação à tragédia grega especialmente com relação à "Antigona" de Sófocles, seja em relação à "fantasia fundamental" de Sade, revelada pela sua literatura libertina, ou ainda com referência às postulações de Kant a respeito do Belo na sua "Critica da Faculdade do Juízo". O passo final reconhecemos, não foi dado sem hesitação. Adentramos por uma via apenas mencionada por Lacan num parágrafo de seu Seminário-livro 7, onde detecta certas ressonâncias entre o sublime em Kant e noção de sublimaçãoem Freud. Levando em consideração a sugestão apresentada por Lacan nesse parágrafo, e posicionando-nos "entre ática e estética freudianas", ousamos identificar possíveis caminhos que apontariam para essa conjunção entre o sublime kantiano e a sublimação freudiana, sugerida por Lacan neste Seminário.
local.publisher.initialsUFMG

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