Tempo, modo e aspecto verbal na estruturação do discurso narrativo

dc.creatorAdriana Maria Tenuta de Azevedo
dc.date.accessioned2019-08-12T04:32:56Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:42:03Z
dc.date.available2019-08-12T04:32:56Z
dc.date.issued1992-04-10
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/BUBD-9D8FDF
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectAnálise do discurso narrativo
dc.subjectGramática comparada e geral Tempo verbal
dc.subject.otherEstudos Linguísticos
dc.titleTempo, modo e aspecto verbal na estruturação do discurso narrativo
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor1Rosalia Dutra
local.contributor.referee1Maria Antonieta A de M Cohen
local.contributor.referee1John Robert Ross
local.description.resumoHá basicamente duas perspectivas que se pode seguir ao se realizar uma pesquisa lingüística e os lingüistas divergem quanto ao tipo de dados que consideram relevantes, dependendo da opção que fazem. Existe a possibilidade de se considerar a gramática como um conjunto de regras relativamente independentes dos contextos de realização da língua. Com esta visão, os dados tomados pelo pesquisador são as sentenças criadas ou extraídas de contextos mais amplos, porém analisadas isoladamente. Ele baseia-se principalmente no que se chama "intuição do falante' para a descrição do fenômeno observado. Tentar trazer à luz estas regras pré-existentes tem sido o ponto de vista adotado tradicionalmente. Paul Hopper(1985) define isto como - gramática A-Priori', termo que, segundo ele, deriva de Husserl e da tradição clássica da Fenomenologia e reflete um tema que vem desde antes da Idade Média.
local.publisher.initialsUFMG

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