Contingência em Píndaro: Olímpica 12, Píticas 8 e 10, Nemeias 6 e 11
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Universidade Federal de Minas Gerais
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Dissertação de mestrado
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Primeiro orientador
Membros da banca
Antonio Orlando de O D Lopes
Christian Werner
Christian Werner
Resumo
Este trabalho tenta compreender nas odes de Píndaro, ou, especificamente, nas 'Píticas' 8 e 10, na 'Olímpica' 12 e nas 'Nemeias' 6 e 11, o tema da contingência - conforme Aristóteles, 'o que pode ser de outra maneira' - levando em consideração a ode triunfal como gênero e a tradição poética anterior e contemporânea ao poeta. A imagem pindárica do homem como sonho de uma sombra condensa toda uma tradição de caracterização do humano como ser que se transforma conforme as circunstâncias mutáveis e imprevisíveis em que se encontra. Os resultados das ações humanas são incertos, submetidos a fatores além de seu controle. Por isso, o tema é acompanhado constantemente pela afirmação da imprevisibilidade dos acontecimentos e da incapacidade humana de saber o futuro. O trabalho inclui a tradução para o português de cada uma das cinco odes comentadas.
Abstract
Assunto
Poesia grega Traduções para o português, Píndaro Olímpica 12 Crítica e interpretação, Píndaro Píticas 8 e 10 Crítica e interpretação, Contingência (Filosofia), Poesia grega História e crítica, Píndaro Nemeias 6 e 11 Crítica e interpretação
Palavras-chave
poesia grega, Píndaro, contingência, ode triunfal, gnome