Aumento de Óbitos Domiciliares devido a Parada Cardiorrespiratória em Tempos de Pandemia de COVID-19

dc.creatorNathalia Sernizon Guimarães
dc.creatorUnai Tupinambas
dc.creatorMaria do Carmo Barros Melo
dc.creatorJakson Machado
dc.creatorTaciana Malheiros
dc.creatorValéria de Melo Rodrigues
dc.date.accessioned2023-11-09T23:08:15Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:08:03Z
dc.date.available2023-11-09T23:08:15Z
dc.date.issued2021
dc.description.abstractBackground: Cardiovascular diseases constitute an important group of causes of death in the country. Ischemic heart diseases that are the main causes of cardiopulmonary arrest, leading to an impact on the mortality of the cardiovascular diseases in the health system. Objective: Assess the number of home deaths by cardiopulmonary arrest notified by the Mobile Emergency Medical Service (SAMU) in March 2018, 2019 and 2020. Methods: Observational study carried out from the analysis of cardiopulmonary arrest mortality data of citizens assisted by SAMU in Belo Horizonte, Minas Gerais, Brazil. Social and clinical characteristics and occurrence information of the patients were analyzed. The mortality rate due to cardiopulmonary arrest in relation to the total number of attendances was assessed. A significance level of 95% was considered. Results: There was increase of home deaths due to cardiopulmonary arrest in March 2020 compared to March 2018 (p<0.001) and March 2019 (p=0.050). Of the deaths reported in 2020, 63.8% of the patients were aged 60 years or older, 63.7% of the occurrences were performed in the afternoon and approximately 87% of the cardiopulmonary arrest notified had associated clinical comorbidities, with systemic arterial hypertension and heart failure represented by 22.87% and 13.03% of the reported cases, respectively. The majority of the evaluated sample of this study did not have any medical care follow-up (88.7%)
dc.format.mimetypepdf
dc.identifier.doi10.36660/abc.20200547
dc.identifier.issn0066782X
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/60760
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofArquivos Brasileiros de Cardiologia
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectCOVID-19
dc.subjectBetacoronavirus
dc.subjectParada Cardíaca
dc.subjectPandemia
dc.subjectServiços Médicos de Emergência
dc.subject.otherCOVID-19
dc.subject.otherBetacoronavirus
dc.subject.otherPandemia
dc.subject.otherParada Cardíaca
dc.subject.otherÓbitos
dc.subject.otherServiços Médicos de Emergência
dc.titleAumento de Óbitos Domiciliares devido a Parada Cardiorrespiratória em Tempos de Pandemia de COVID-19
dc.title.alternativeIncreased Home Death Due to Cardiopulmonary Arrest in Times of COVID-19 Pandemic
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.epage271
local.citation.issue2
local.citation.spage266
local.citation.volume116
local.description.resumoFundamento: As doenças cardiovasculares constituem um grupo importante de causas de morte no Brasil. As doenças isquêmicas do coração são as principais causas de parada cardiorrespiratória, levando a um impacto na mortalidade devido às doenças cardiovasculares no sistema de saúde.Objetivo: Avaliar o número de óbitos domiciliares por parada cardiorrespiratória notificados pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) em março de 2018, 2019 e 2020.Métodos: Trata-se de um estudo observacional realizado a partir da análise de dados de mortalidade por parada cardiorrespiratória de cidadãos atendidos pelo SAMU em Belo Horizonte, Minas Gerais, Brasil. Foram analisadas as características sociais e clínicas e as informações de ocorrência. Foi avaliada a taxa de mortalidade por parada cardiorrespiratória em relação ao número total de atendimentos. Foi considerado um nível de significância de 95%. Resultados: Houve um aumento nos óbitos domiciliares por parada cardiorrespiratória em março de 2020, em comparação com março de 2018 (p < 0,001) e março de 2019 (p = 0,050). Dos óbitos relatados em 2020, 63,8% dos pacientes tinham 60 anos ou mais; 63,7% das ocorrências foram à tarde e aproximadamente 87% dos casos de parada cardiorrespiratória notificados apresentavam comorbidades clínicas, com hipertensão arterial sistêmicas e parada cardíaca correspondendo a 22,87% e 13,03% dos casos relatados, respectivamente. A maioria da amostra avaliada deste estudo não teve acompanhamento médico (88,7%). Conclusão: Considerando o aumento do número de óbitos, sugerimos reflexões e reajustes quanto ao monitoramento das doenças crônicas não transmissíveis durante a pandemia, bem como melhorias na vigilância dos óbitos.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentMED - DEPARTAMENTO DE PEDIATRIA
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://www.scielo.br/j/abc/a/fs34LkMFFPV4V54CkKNmhkj/?format=pdf

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