Níveis de inclusão de farinha de larva de tenébrio na dieta de cães sobre os parâmetros sanguíneos

dc.creatorIngrid Alessandra Lemos
dc.date.accessioned2021-06-09T15:08:23Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:41:19Z
dc.date.available2021-06-09T15:08:23Z
dc.date.issued2020-05-28
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/36415
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subject.otherAnimais de estimação
dc.subject.otherProteínas
dc.subject.otherSustentabilidade
dc.subject.otherTenebrio molitor
dc.titleNíveis de inclusão de farinha de larva de tenébrio na dieta de cães sobre os parâmetros sanguíneos
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor1Diego Vicente da Costa
local.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/7881830802102376
local.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/6663696210069170
local.description.resumoO presente trabalho teve como objetivo, avaliar os parâmetros hematológicos e bioquímicos de cães submetidos à diferentes níveis de inclusão da farinha da larva do Tenebrio molitor (0%, 2,5%, 5% e 7,5%) à sua dieta. O estudo foi realizado com 4 cães, fêmeas adultas, 5 anos, castradas, peso médio de 15,8kg (±4kg). Utilizou-se o delineamento em quadrado latino, com 4 tratamentos e 4 repetições. As dietas foram calculadas de acordo com o NRC (2006) e fornecidas na proporção 80:20 (ração seca:ração úmida). Os animais foram desverminados, avaliados clinicamente e submetidos ao exame sorológico de leishmaniose visceral antes de iniciar o experimento. Além disso, foi realizado um período de adaptação dos mesmos à ração seca e úmida durante 10 dias antes da inserção da farinha de inseto. Após os 10 dias de adaptação foram coletados 5ml de sangue de cada animal para avaliação dos parâmetros hematológicos e bioquímicos iniciais. O período experimental para cada tratamento foi de 14 dias, e no décimo quinto dia pela manhã, foram coletados novamente 5ml de sangue com os animais em jejum, sempre no horário de 7:00 às 8:00. Logo após a coleta, o sangue refrigerado e acondicionado em caixa de isopor foi encaminhado para laboratório de análises clínicas veterinárias. Os parâmetros avaliados foram: hemograma completo pelo método de contagem automatizada através da citometria de fluxo e contagem diferencial da série leucocitária por microscopia óptica. Os exames bioquímicos envolveram avaliação ureia (método Enzimático UV), creatinina (método colorimétrico), alanina aminotransferase (ALT), fosfatase alcalina (FA) e colesterol pelo método enzimático, proteínas totais e frações (método colorimétrico), glicose e triglicérides (enzimático colorimétrico), proteína C reativa (Aglutinação em látex), fibrinogênio (coagulométrico-Clauss), imunoglobulina E (quimioluminescência). Os dados obtidos foram submetidos à análise de variância múltipla (MANOVA) a 5% de confiança e o p valor foi obtido pelo programa R com auxilio do pacote Candisc (diferença ≤ 0,05 p foi considerada estatisticamente significativa). O resultado das análises sanguíneas demonstrou que em todos os níveis de inclusão da proteína de tenébrio, não houve alterações sanguíneas. Portanto, pode-se concluir que, o uso da farinha de Tenebrio molitor é adequado e pode ser seguramente incluídas até o nível de 7,5% em alimentos para cães.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.initialsUFMG
local.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Produção Animal

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