Relação espacial entre a falange distal e o estojo córneo em equinos da raça Campolina com e sem sinais de obesidade

dc.creatorJessica Fontana de Magalhaes
dc.date.accessioned2019-08-09T23:27:52Z
dc.date.accessioned2025-09-09T01:00:09Z
dc.date.available2019-08-09T23:27:52Z
dc.date.issued2015-12-15
dc.description.abstractPrevious studies have demonstrated radiographic changes in the hoof of obese horses. The objectives were to study through radiographic evaluation the spatial relationship between the hoof capsule and the distal phalanx of Campolina mares with and without obesity. 49 Campolina mares were used, 38 mares were examined during the breeders national exhibition and 11 coming from Entre Rios de Minas, MG farms. We analyzed adiposity variables and radiographic measurements of the hoof of both forelimbs of mares with body condition score from 5 to 7/9 (Control group) and from 8 to 9 (Obese group) considering two different age groups: young mares (3-5 years) and adult mares (6-14 years). Comparisons were made between groups using the Student t test for parametric variables and the Mann-Whitney test for the nonparametric ones. Pearson or Spearman tests were used to evaluate the correlation among parametric and nonparametric variables respectively (P <0.05). Results showed that obese Campolina mares presented changes in the spatial relationship between the hoof capsule and the distal phalanx, especially an increasing founder distance in the adult ones. The intensity of these changes occurs in proportion to the increase in subcutaneous fat accumulation, especially in the neck. These findings corroborate previous studies in Criollo and Mangalarga Marchador breeds and indicate that obesity predisposes Brazilian horses to endocrinopathic laminitis.
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/SMOC-A6BPW5
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectCasco de animais
dc.subjectEquino Doenças
dc.subjectCasco de animais Doenças
dc.subjectLaminite
dc.subjectObesidade
dc.subject.otherCampolina
dc.subject.otherÉguas
dc.subject.otherLaminite
dc.subject.otherEscore corporal
dc.titleRelação espacial entre a falange distal e o estojo córneo em equinos da raça Campolina com e sem sinais de obesidade
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor1Rafael Resende Faleiros
local.contributor.referee1Leonardo Rodrigues de Lima
local.contributor.referee1Anelise Carvalho Nepomuceno
local.description.resumoEstudos prévios têm demonstrado alterações radiográficas em cascos de equinos nacionais obesos. Os objetivos foram estudar, por meio de avaliação radiográfica, a relação espacial entre estojo córneo e falange distal de equinos fêmea da raça Campolina com e sem obesidade. Foram utilizadas 49 éguas Campolina, 38 éguas examinadas durante a exposição nacional da raça e 11 oriundas da criatórios da região de Entre Rios de Minas, MG. Foram analisadas varáveis de adiposidade e medidas radiográficas dos cascos dos membros torácicos de éguas com escore corporal de 5 a 7/9 (Grupo Controle) e de 8 a 9 (Grupo Obeso) em duas faixas etárias: jovens (3 a 5 anos) e adultas (6 a 14 anos). Foram feitas comparações entre os grupos e correlacionou-se as variáveis adiposidade entre si, variáveis adiposidade com variáveis casco e variáveis casco entre si. Utilizou-se o teste t de Student para variáveis paramétricas e o Mann-Whitney para as não-paramétricas, e para as medidas de correlação, utilizou o teste de Pearson para amostras paramétricas e de Spearman para comparações que envolvam pelo menos uma variável não paramétrica (P < 0,05). Os resultados demonstraram que éguas Campolinas obesas, principalmente as adultas, apresentam alterações na relação espacial entre o estojo córneo e a falange distal, com destaque para aumento da distância de afundamento. A intensidade dessas alterações ocorre de forma proporcional ao aumento do acúmulo de gordura subcutânea, principalmente na região do pescoço. Esses achados corroboram estudos prévios nas raças Crioulo e Mangalarga Marchador e indicam que a obesidade predispõe laminite endocrinopática em equinos de raças nacionais.
local.publisher.initialsUFMG

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