Estudos e proposições sobre a padronização de venenos e antivenenos ofídicos de interesse médico para o Brasil
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Data
Autor(es)
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Editor
Universidade Federal de Minas Gerais
Descrição
Tipo
Tese de doutorado
Título alternativo
Primeiro orientador
Membros da banca
Ivan Barbosa Machado Sampaio
Arinos Magalhaes
Leonides Rezende Junior
Antonio Carlos Martins de Camargo
Arinos Magalhaes
Leonides Rezende Junior
Antonio Carlos Martins de Camargo
Resumo
Os venenos ofídicos são os mais complexos e variáveis de todos os venenos animais. As proteínas perfazem cerca de 90 % do peso seco total e entre elas existem enzimas (fosfolipases, hialuronidases, proteases de diversas especificidades, fosfatases, colagenases, nucleases, laminoácido- oxidases, nucleotidases, etc), proteínas ativas farmacologicamente apresentando ou não atividade enzimática (crotoxina, cardiotoxinas, e neurotoxinas, etc) e, proteínas e enzimas que liberam agentes auto-farmacológicos. Em virtude da multiplicidade de propriedades bioquímicas, os venenos ofídicos são capazes de afetar toda classe de constituintes dos seres vivos (proteínas, lipídios, ácidos nucleicos, substância fundamental amorfa e membranas celulares), causando alterações da coagulação sanguínea, lesões estruturais e disfunções nos sistemas cardiovascular, respiratório, renal e neuromuscular. Componentes não protéicos também estão presentes nos venenos, como lipídeos, carboidratos, nucleosídeos, nucleotídeos,aminoácidos, aminas (serotonina, noradrenalina, metiltriptofano, bufotenina), cátions metálicos (cálcio, zinco, magnésio, sódio, potássio, cobre, manganês), ânions como o fosfato e citrato, etc. Maiores detalhes a respeito da complexidade de composição dos venenos ofídicos podem ser encontrados nas excelentes revisões de Russell (1967), Jimenez-Porras (1970), Lee (1972), Iwanaga & Suzuki (1979), Karlsson (1979) e Bieber (1979).
Abstract
Assunto
Cobra Veneno, Fisiologia, Antivenenos
Palavras-chave
Fisiologia e Farmacologia