Relações étnico-raciais e formação docente no campo da educação infantil: estratégias metodológicas em foco na rede municipal de Belo Horizonte - MG/ Brasil

dc.creatorAdriana Bom Sucesso Gomes
dc.creatorRogério Correia da Silva
dc.creatorTânia A. Ambrizi Gebara
dc.date.accessioned2024-09-19T19:24:30Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:46:32Z
dc.date.available2024-09-19T19:24:30Z
dc.date.issued2021
dc.format.mimetypepdf
dc.identifier.issn2358-3061
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/76706
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofCongresso Africanidades e Brasilidades
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectEducação básica
dc.subjectProfessores - Formação
dc.subjectRelações raciais
dc.subject.otherEducação Infantil
dc.subject.otherRelações étnico-raciais
dc.subject.otherFormação continuada de professores
dc.titleRelações étnico-raciais e formação docente no campo da educação infantil: estratégias metodológicas em foco na rede municipal de Belo Horizonte - MG/ Brasil
dc.typeArtigo de evento
local.citation.epage21
local.citation.issue3; 5
local.citation.spage1
local.description.resumoO presente texto apresenta dados de uma pesquisa em andamento que pretende analisar e compreender as estratégias metodológicas utilizadas nos Núcleos de Estudos das Relações Étnico-Raciais da Secretaria Municipal de Educação de Belo Horizonte/MG. A relevância científica encontra-se na constatação a partir de levantamento bibliográfico de lacunas existentes nas pesquisas sobre formação continuada de professores para a diversidade racial, escassez de registro documental destes Núcleos de Estudos e pelo potencial de consolidar contribuições para a implementação da Lei 10.639/03 na primeira etapa da educação básica. Intenta-se fortalecer e ampliar as discussões sobre a educação das relações étnico-raciais em formatos de autogestão como estratégia de formação continuada de professores nas esferas políticas e social O referencial teórico baseia-se em categorias como Relações étnico-raciais, raça e racismo (Cavalleiro 2003; Fazzi, 2012); Conceitos de raça (Gomes, 2010; Quijano, 2005; Munanga, 2015; Woordword, 2000); Concepções de criança e infâncias (Gouveia e Sarmento, 2008; Kramer, 2002);filosofia africana (Machado, 2014; Oliveira, 2012; Sodré, 2009) e formação de professores (Abramowicz e Oliveira, 2011; Gomes e Silva, 2015). Os primeiros levantamentos de dados apontaram que os Núcleos de Estudos apresentam uma crescente participação das professoras da educação Infantil em seus encontros formativos, além de indicar um diferencial na atual configuração em sua forma de organização (participação voluntária, utilização de momentos de fruição, relatos de experiências e histórias de vida como mecanismo de formação marcado pela cultura negra) que merecem ser melhor investigados.
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0002-8662-9242
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0002-4646-3460
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentCP - CENTRO PEDAGOGICO - 1o.GRAU
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://periodicos.ufes.br/cnafricab/article/view/34117

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