Biossegurança em UTI: O uso de equipamento de proteção individual e sua efetividade para uma assistência de qualidade

dc.creatorÉrika Regina Coelho
dc.date.accessioned2022-12-16T15:28:28Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:41:54Z
dc.date.available2022-12-16T15:28:28Z
dc.date.issued2010-12-17
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/48148
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/pt/
dc.subjectInfecção Hospitalar
dc.subjectEnfermagem
dc.subjectEquipamentos de Proteção
dc.subjectAssistência ao Paciente
dc.subjectControle de Infecções
dc.subject.otherInfecção hospitalar
dc.subject.otherenfermagem
dc.subject.otherEquipamentos de proteção
dc.titleBiossegurança em UTI: O uso de equipamento de proteção individual e sua efetividade para uma assistência de qualidade
dc.typeMonografia de especialização
local.contributor.advisor1Marisa Antonini Ribeiro Bastos
local.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/9580476955591155
local.description.resumoO uso de equipamento de proteção individual (EPI) na área da saúde contribui para o profissional realizar técnicas corretas na assistência ao paciente, o que implica na melhoria da qualidade da assistência. Além disso, protege o trabalhador de riscos suscetíveis de ameaçar sua segurança e saúde. Objetiva-se neste estudo levantar os aspectos importantes quanto à utilização dos equipamentos de proteção individual para uma assistência de qualidade. Para tanto, realizou-se uma revisão integrativa pautada em estudos empíricos e teóricos publicados em periódicos indexados no portal do SCIELO e nas bases de dados LILACS e MEDLINE. Esta pesquisa bibliográfica aponta para a necessidade de uma reflexão por parte dos enfermeiros no sentido de ampliar suas ações para sensibilizar a equipe quanto ao uso correto dos equipamentos de proteção individual (EPI). É papel do enfermeiro orientar, capacitar e cobrar dos funcionários atitudes que promovam prevenção e redução dos microorganismos multirresistentes, conseqüentemente, reduzindo taxas de infecções hospitalares. O maior desafio para o controle de infecções é a mudança de comportamento dos profissionais, já que o principal motivo não é a falta de equipamentos nas instituições. Faz-se necessária a sensibilização dos profissionais nas práticas preventivas como cotidiano.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentENFERMAGEM - ESCOLA DE ENFERMAGEM
local.publisher.initialsUFMG
local.publisher.programCurso de Especialização em Enfermagem

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