Um estudo sobre instrumentos financeiros derivativos sob a ótica do gerenciamento de resultados

dc.creatorCícero José Oliveira Guerra
dc.creatorWeverton Eugênio Coelho
dc.creatorLaura Edith Taboada Pinheiro
dc.date.accessioned2022-07-27T21:50:29Z
dc.date.accessioned2025-09-08T22:50:54Z
dc.date.available2022-07-27T21:50:29Z
dc.date.issued2018
dc.format.mimetypepdf
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/43722
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofCASI: Congresso de Administração, Sociedade e Inovação
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectInstrumentos Financeiros Derivativos
dc.subjectGerenciamento de Resultados
dc.subjectInstituições Financeiras
dc.titleUm estudo sobre instrumentos financeiros derivativos sob a ótica do gerenciamento de resultados
dc.typeArtigo de evento
local.citation.issue11
local.description.resumoOs instrumentos financeiros tiveram suas normas contábeis alteradas duas vezes na ultima década. As regulamentações visavam esclarecer as formas de contabilidade, evidenciação, mensuração e reconhecimentos dos instrumentos financeiros derivativos. Os CPC’s 38, 39 e 40 vigoraram de 2010 a 2017 e classificavam os ativos financeiros segundo um modelo de intenções em três categorias: mantido até o vencimento, disponível para venda, ou valor justo por meio do resultado. Antes das mudanças contábeis introduzidas pelos CPC’s 38, 39 e 40 as regras para contabilização dos derivativos no Brasil eram mais flexíveis e havia apenas a instrução CVM nº 235 de 23/03/1995 que tratava a priori da evidenciação desses instrumentos muito mais do que de sua contabilização. Nesse sentido os instrumentos financeiros derivativos poderiam ser mais utilizados de forma discricionária para o gerenciamento de resultados. Essa pesquisa objetivou buscar evidências que permitam inferir qual o impacto dos instrumentos financeiros derivativos no gerenciamento de resultado das instituições financeiras, após a adoção do CPC’s 38, 39 e 40 e antes da adoção do CPC 48, ou seja, no período de 2010 a 2017. Para tanto, utilizou o modelo de GOULART (2007), estimado através do Método de Mínimos Quadrados Generalizáveis Factíveis (FGLS). Conclui-se que não há indícios para se afirmar que as empresas utilizam gerenciamento de resultados através do Resultado com Derivativos e que mesmo que o modelo vigente no período de análise seja classificado como um modelo de intenções, ele auxiliou na diminuição do uso do gerenciamento de resultados através dos instrumentos financeiros derivativos.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentFCE - DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://www.even3.com.br/anais/11casi/118763-um-estudo-sobre-instrumentos-financeiros-derivativos-sob-a-otica-do-gerenciamento-de-resultados/

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